Pular para o conteúdo
Hub News
Educação Pelotas, RS

Sem aulas presenciais na UFPel até 29 de setembro, e até 3 de outubro no Capão do Leão

A universidade prorrogou a suspensão das atividades presenciais por causa dos estragos do temporal de segunda-feira; as tarefas possíveis seguem de forma assíncrona, e o trabalho administrativo, remoto.

Por Hub News Pelotas

2 min de leitura

Compartilhar:
Telegram Enviar por e-mail Imagem para story Imagem para feed
Imagem ilustrativa: Faculdade de Letras da UFPel, em Pelotas
Foto: Eugenio Hansen, OFS via Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Quem estuda ou trabalha na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) segue sem ir ao campus na próxima semana. Na sexta-feira (25), a instituição esticou o prazo em que aula e expediente ficam fora do presencial: agora vale até terça-feira (29) na maior parte das unidades.

Dois endereços ficam parados por mais tempo: o campus do Capão do Leão e o Centro Agropecuário da Palma só voltam a receber gente depois de 3 de outubro. A medida responde ao temporal da madrugada de segunda-feira (21).

Enquanto durar, as aulas devem ser dadas de forma assíncrona sempre que houver condição, e o material precisa atender a requisitos de acessibilidade, segundo o A Hora do Sul. O trabalho dos setores passa a ser remoto, no ritmo que cada um conseguir. A portaria abre duas exceções: o que as direções das unidades e da Administração Central classificarem como essencial, e os eventos presenciais já marcados, que podem acontecer se houver garantia de estrutura, acesso e segurança.

Telhado aberto e luz sem prazo

O tamanho do problema aparece na descrição dos prédios. Conforme o Diário da Manhã, as coberturas de praticamente todas as edificações foram danificadas, e o Prédio 57 perdeu parte expressiva do telhado, com a estrutura à mostra. A rede elétrica do Capão do Leão não tem previsão de ser restabelecida por inteiro.

A Superintendência de Infraestrutura (Suinfra) distribuiu lonas em alguns pontos, e equipes de pró-reitorias participam da avaliação dos danos e da recuperação. A reitora Ursula Rosa da Silva afirmou ao jornal que a universidade segue acompanhando as instalações e trabalha para que a volta aconteça "tão logo estejam asseguradas as condições necessárias".

Encontrou alguma informação incorreta?

Nos ajude a manter o conteúdo correto.

Você marcou muitas publicações em pouco tempo. Espere um minuto e tente de novo.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Imagens dos leitores

Ainda não há fotos desta publicação. Se você esteve lá, mande a sua.

Leia em outras fontes

O texto acima é nosso, escrito a partir dos fatos. Para uma cobertura mais completa e aprofundada sobre o assunto, ou para visualizar imagens ou vídeos oficiais, acesse os links acima.