Pular para o conteúdo
Hub News
Economia Pelotas, RS

Cinco dias no escuro tiram R$ 6 milhões de faturamento de arrozeira em Pelotas

A matriz da empresa, na BR-392, está sem luz desde o temporal de segunda-feira; a produção parada soma cerca de 51,5 mil fardos, e parte das entregas foi repassada a outros fornecedores.

Por Hub News Pelotas

2 min de leitura

Compartilhar:
Telegram Enviar por e-mail Imagem para story Imagem para feed
Imagem ilustrativa: construction, silo, industry, industrial, plant
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: sumanamul15 via Pixabay

A Arrozeira Pelotas calcula em cerca de R$ 6 milhões o que deixou de faturar na semana em que a matriz ficou no escuro. A unidade fica no km 78,9 da BR-392 e está sem eletricidade desde o temporal de segunda-feira (21). A filial 7 da empresa chegou a ser religada na quarta, mas voltou a ficar sem fornecimento.

A conta é do proprietário, Dilnei Sander Portantiolo, que falou ao A Hora do Sul. Ela reúne o arroz que não foi beneficiado e os resíduos que sairiam junto: são cerca de 51,5 mil fardos que a fábrica não produziu em cinco dias de máquinas desligadas. "A gente deixou de produzir a semana inteira", resumiu.

A parada bateu também na ponta da entrega. Com o cronograma de distribuição comprometido, a empresa teve de recorrer a outros fornecedores para dar conta dos pedidos já assumidos.

Portantiolo reconhece o tamanho do vendaval, mas reclama de não enxergar equipes trabalhando nas redes perto da fábrica. "O que preocupa mais é o fato que a gente não vê ninguém trabalhando na rede", afirmou.

As lavouras de arroz da região

Fora da cidade, as perdas maiores estão num trecho que começa na Vila da Quinta, no município de Rio Grande, e termina em Santa Vitória do Palmar, na altura da Estação Ecológica do Taim. Há propriedades ali ainda sem energia. O temporal atingiu pivôs, sistemas de armazenagem e outras estruturas das granjas, e esse prejuízo ainda não foi somado.

Boa parte das propriedades segue desligada da rede e trabalha com gerador. Nesse caso a lavoura não para, mas o custo sobe com o equipamento e com o combustível gasto para mantê-lo funcionando. O plantio do arroz havia começado há pouco quando o vento chegou e, por isso, até agora a safra em si não foi atingida de forma relevante.

Encontrou alguma informação incorreta?

Nos ajude a manter o conteúdo correto.

Onde fica

Você marcou muitas publicações em pouco tempo. Espere um minuto e tente de novo.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Imagens dos leitores

Ainda não há fotos desta publicação. Se você esteve lá, mande a sua.

Leia em outras fontes

O texto acima é nosso, escrito a partir dos fatos. Para uma cobertura mais completa e aprofundada sobre o assunto, ou para visualizar imagens ou vídeos oficiais, acesse os links acima.