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Educação Pelotas, RS

Treze das 94 escolas municipais de Pelotas tiveram danos no temporal

Três prédios com a cobertura comprometida — Balbino Mascarenhas, Ferreira Viana e Pelotense — passam por avaliação, e a expectativa é de recurso federal para reconstruí-los.

Por Hub News Pelotas

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Imagem ilustrativa: Imagem melancólica em preto e branco de um telhado de telhas e uma calha com água de chuva escorrendo, ao lado de uma parede de tijolos.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Juan Pablo Daniel via Pexels

O vendaval que atingiu Pelotas no início da semana deixou marcas em 13 das 94 escolas da rede municipal, com estragos estruturais concentrados em telhados e forros. A Secretaria Municipal de Educação (SME) informa que as atividades escolares voltam aos poucos, em ritmo acertado entre a secretária Vitória Feldens e o prefeito Fernando Marroni, enquanto o levantamento das avarias avança.

Em publicação da Prefeitura, a coordenadora do Setor de Infraestrutura da SME, Olga Silva, relatou que as visitas às escolas foram planejadas já para o dia seguinte ao temporal, com os danos registrados em foto e vídeo, e que a pasta garantiu telhas às instituições mais castigadas. A proposta agora, segundo ela, é executar com a Secretaria de Urbanismo (Seurb) “reformas totais e parciais dos telhados atingidos”.

Três prédios estão em situação pior e já passaram para avaliação da Seurb e do Setor de Engenharia da SME, por causa do estado das coberturas: a Emef Balbino Mascarenhas, no Simões Lopes — um dos bairros mais castigados pela tempestade —, a Emef Ferreira Viana e o Colégio Municipal Pelotense.

De onde sai o dinheiro

Para essas três, a aposta é em verba da Defesa Civil Nacional, porque a projeção de custo é alta: envolve refazer estrutura, cobertura e fiação elétrica. As demais escolas atingidas passam pelo mesmo levantamento de gastos, mas com outra saída em vista: o Parf, sigla do Plano de Aplicação de Recursos Financeiros, somado a dinheiro emergencial que o município pode liberar.

Criado em 2003, no primeiro mandato de Marroni, o programa descentraliza recursos da SME para as escolas de ensino fundamental, que decidem pelo próprio Conselho Escolar onde aplicá-los: contratos de prestação de serviço, compra de equipamento e manutenção predial, elétrica ou hidráulica. São quatro parcelas por ano, e a quarta, prevista para outubro, já foi creditada a todas as escolas — é com ela que os reparos menores podem começar sem esperar decisão nova.

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