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Obras e infraestrutura Caxias do Sul, RS

Câmara sedia os primeiros encontros sociais das 440 famílias do San Gennaro

São nove encontros previstos pela Secretaria da Habitação, que vai acompanhar os futuros moradores por dois anos; as obras estão em cerca de 60% e cada apartamento custa R$ 215 mil.

Por Hub News Caxias do Sul

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Imagem ilustrativa: Prédio residencial em construção com andaimes e guindaste
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: 652234 via Pixabay

As 440 famílias contempladas com apartamento nos residenciais San Gennaro I e II são chamadas ao plenário da Câmara de Vereadores a partir deste sábado (26), às 9h, para a primeira rodada de encontros com o serviço social da Prefeitura. Um segundo grupo é atendido na segunda-feira (28), às 14h.

Ao todo serão nove encontros, com as famílias distribuídas entre as datas. Segundo a Rádio Caxias, quem conduz as reuniões é a Diretoria de Serviço Social da Secretaria Municipal da Habitação, que vai acompanhar os futuros moradores por dois anos — o foco está na convivência dentro do condomínio, no acesso aos serviços disponíveis na região e na participação da comunidade.

Quem responde pela pasta é Silvio Daniel da Silva. Ele afirmou à Rádio Caxias que os encontros são parte do Minha Casa Minha Vida, o programa federal que bancou a construção, e que as orientações servem para preparar a vida em condomínio.

Como ficam os residenciais

Erguidos no loteamento San Gennaro, na região do bairro Reolon, os dois conjuntos estão com cerca de 60% das obras concluídas. O San Gennaro I terá 200 apartamentos; o II, 240. Os bicicletários somam 60 vagas no primeiro e 72 no segundo, e os estacionamentos comportam 100 e 120 carros, respectivamente.

Cada unidade sai por R$ 215 mil e tem cerca de 50 m², com dois quartos, sala, cozinha, banheiro, varanda e área de serviço. Os condomínios são entregues com água, esgoto, energia, gás encanado, drenagem, iluminação e pavimentação, e a área comum prevê quadra poliesportiva, playground, academia ao ar livre, centro comunitário, biblioteca e quiosques.

A obra já parou uma vez neste ano: em maio, o Ministério do Trabalho e Emprego embargou o canteiro após constatar risco grave e iminente aos trabalhadores contratados pela construtora responsável, a Belmais.

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