Última acolhida do ano da Economia Solidária ocorre segunda em Londrina
A reunião começa às 14h no Centro Público de Economia Solidária, na Avenida Rio de Janeiro, 1278, e é a última porta de entrada do programa neste ano; quem for precisa já produzir ou prestar um serviço.
O Programa Municipal de Economia Solidária (PMES) faz na segunda-feira, 28, às 14h, a última reunião de acolhida de 2026 — o encontro em que moradores interessados conhecem o programa e podem começar a entrar nele. O endereço é o Centro Público de Economia Solidária, na Avenida Rio de Janeiro, 1278, no Centro.
Para participar, basta comparecer ao local na data e no horário marcados, segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), que conduz o programa na Prefeitura de Londrina. Há uma exigência: quem procura o PMES precisa já saber produzir alguma coisa ou prestar um serviço profissionalmente.
O que a reunião apresenta
O encontro explica o que é a economia solidária, como o programa funciona e de que formas dá para participar. A conversa passa pelos princípios da política — autogestão, cooperação e solidariedade, a organização coletiva e a geração de trabalho e renda —, por como funcionam os empreendimentos econômicos solidários, pelas maneiras de comercializar o que eles produzem e pelas etapas que alguém precisa cumprir para entrar.
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A reunião também serve no sentido inverso: a equipe ouve os interesses, as experiências e as habilidades de quem chega, e é isso que orienta os passos seguintes — a pessoa pode ser encaminhada a um empreendimento que já existe ou à formação de uma nova iniciativa coletiva. Ao longo de 2026, outras cinco acolhidas foram realizadas.
Entrar no programa não é automático
A SMAS destaca que participar da acolhida não garante o ingresso no PMES. O encontro é o primeiro contato, em que a secretaria identifica o perfil e os interesses de cada pessoa antes de apontar os caminhos possíveis dentro da política municipal.
Segundo a gerente de Inclusão Produtiva da secretaria, Carolina Arfelli Bungart, entrar no programa pressupõe querer tocar uma atividade de geração de renda "de forma coletiva, participativa e solidária", e não apenas produzir ou vender por conta própria.
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