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Concessionária vai instalar 53 radares em rodovias do Norte e do Litoral do PR

A ANTT autorizou a EPR Litoral Pioneiro a montar 41 equipamentos ao longo das pistas e 12 nas faixas automáticas dos pedágios, escolhidos onde há mais histórico de acidentes.

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Imagem ilustrativa: Cena urbana com um semáforo e uma câmera de vigilância contra um céu azul claro.
Imagem ilustrativa · Não retrata o fato · Foto: Giant Asparagus / Pexels

Sete rodovias que cortam o Paraná vão receber 53 novos medidores de velocidade. Conforme o Bem Paraná, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) liberou a instalação pela EPR Litoral Pioneiro, concessionária responsável pelo trecho.

Três das estradas contempladas são federais: a BR-277, a BR-369 e a BR-153. As outras quatro estão sob administração estadual, e são a PR-092, a PR-239, a PR-151 e a PR-855.

Do total, 41 aparelhos ficam ao longo das pistas. Os outros 12 vão para dentro das praças de pedágio, nas faixas de cobrança automática, onde medem a velocidade de quem passa sem parar.

Os pontos saíram de um levantamento que a concessionária fez em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal e com a Polícia Rodoviária Estadual, priorizando os trechos que concentram acidentes.

Na estrada que liga a capital ao litoral, os equipamentos ficam nos quilômetros zero, 10 e 12, em Paranaguá, no quilômetro 45, em Morretes, e no quilômetro 50, em São José dos Pinhais. No Norte Pioneiro, há novos radares nos quilômetros 15, 20 e 24, em Jacarezinho, e no quilômetro 48, em Santo Antônio da Platina. Andirá, Bandeirantes e Santa Mariana também entram na relação, assim como Jaguariaíva, Arapoti, Wenceslau Braz, Siqueira Campos e Quatiguá.

Nenhum deles começa a multar assim que for montado. A concessionária afirma que os equipamentos passam antes por instalação e sinalização, e que a data a partir da qual as infrações serão registradas será divulgada com antecedência.

A empresa calcula em R$ 8,5 milhões por ano o custo de instalar e manter a estrutura. O dinheiro das multas, porém, não vai para ela: a arrecadação continua sendo dos órgãos públicos de trânsito.

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