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Teste rápido de HIV e sífilis está disponível nas UBS do PR sem agendar

A rede estadual aplicou mais de 707 mil testes rápidos em 2025 e já soma 231 mil nos quatro primeiros meses deste ano, além de distribuir autotestes à população.

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Imagem ilustrativa: Sala de espera médica brilhante e limpa com assentos modernos e decoração.
Imagem ilustrativa · Não retrata o fato · Foto: Los Muertos Crew / Pexels

Qualquer pessoa pode chegar a uma unidade básica de saúde do Paraná e sair de lá com o resultado de um teste para HIV, sífilis e hepatites B e C, sem marcar hora nem apresentar pedido médico. O atendimento por livre demanda faz parte do protocolo Testar e Tratar, adotado pela Secretaria de Estado da Saúde e apresentado pelo Bem Paraná.

O volume mostra que o serviço vem sendo procurado. Em 2025, a rede estadual aplicou mais de 707 mil testes rápidos e entregou 64 mil autotestes. Somente nos quatro primeiros meses de 2026 já foram 231 mil exames e 19 mil autotestes distribuídos.

Além das unidades básicas, o atendimento acontece nos Serviços de Atenção Especializada e nos Centros de Testagem e Aconselhamento. Nos três, preservativos e gel lubrificante são entregues de graça.

Remédios que evitam a infecção

O sistema público também oferece a profilaxia contra o HIV em duas modalidades: a que se toma antes de uma possível exposição ao vírus e a que se usa depois dela. Segundo a secretaria, as duas estão descentralizadas nas 22 regionais de saúde, o que significa que o morador não precisa ir até a capital para conseguir o medicamento.

A orientação das equipes continua sendo o uso constante de preservativo, interno ou externo, em todas as relações, porque boa parte das infecções não dá sinal visível no início. A recomendação inclui ainda não dividir seringas, agulhas nem objetos cortantes de uso pessoal, como alicate de unha, e manter exames preventivos uma vez por ano.

Diagnósticos de HIV em queda

Os números de notificação do Ministério da Saúde indicam recuo no estado. Foram 2.674 casos de HIV em 2023, 2.307 no ano seguinte e 2.275 em 2025. A secretaria associa o movimento à ampliação do acesso ao diagnóstico, que permite iniciar o tratamento mais cedo e interromper a cadeia de transmissão.

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