Quem saiu de área de manancial na zona sul agora paga condomínio
As remoções começaram na década de 2010 no Jardim Apurá, na Pedreira e no Grajaú; nos prédios da prefeitura, as famílias passaram a arcar com financiamento, taxas e manutenção.
Famílias retiradas de áreas de manancial na zona sul de São Paulo foram reassentadas em prédios da prefeitura e passaram a conviver com despesas que antes não tinham. Nos conjuntos, é preciso arcar com o condomínio, com as parcelas do financiamento e com a manutenção do edifício.
As remoções começaram na década de 2010 e alcançaram o Jardim Apurá, a Pedreira e o Grajaú. Nesse último, a retirada de moradores está ligada à implantação de parques lineares e às obras da Ponte Graúna-Gaivotas.
À Agência Mural, Wesley Silvestre Rosa, de 39 anos, morador do Jardim Apurá, às margens da represa Billings, contou que a mudança forçada não é a primeira da família: em 1992, eles já haviam deixado o Morro do Macaco.
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