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Saúde São Paulo, SP

Consulta por vídeo com clínico geral 24h já está no aplicativo e-SaúdeSP

O Programa de Saúde Digital do município começou a operar em 15 de agosto e prevê ampliação para mais de 15 especialidades, com até 222.896 consultas por mês com especialistas.

Por Hub News São Paulo

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Imagem ilustrativa: Woman wearing face mask making a video call on smartphone in cozy home setting.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Ivan S via Pexels

Moradores de São Paulo já podem falar com um clínico geral por vídeo a qualquer hora do dia pelo aplicativo e-SaúdeSP, sem sair de casa para procurar uma unidade. O atendimento remoto faz parte do Programa de Saúde Digital do município, que entrou em operação em 15 de agosto e está ligado à rede municipal do SUS, segundo o ABC Agora.

O caminho é o próprio aplicativo, na área do Pronto-Saúde Digital. O app soma hoje 5,4 milhões de cadastros, e o programa foi desenhado para um público estimado em 11,4 milhões de pessoas na cidade.

O que vem depois do clínico geral

A oferta começa a crescer aos poucos neste mês, até passar de 15 especialidades. O contrato prevê até 222.896 consultas com especialistas por mês, e capacidade anual superior a 2,67 milhões de atendimentos especializados.

Fila de espera e WhatsApp

A outra frente é o SIGA, sistema que concentra os pedidos de consulta da rede municipal e reúne por volta de 4 milhões de registros de gente à espera. A ideia é passar essa base a limpo: atualizar cadastro e confirmar, antes de marcar, se a pessoa ainda precisa daquele atendimento — o que deve reduzir registro velho, contato que não completa e falta no dia da consulta.

É por isso que a Secretaria Municipal da Saúde passou a mandar mensagens pelo WhatsApp oficial: conferir dados, checar se o atendimento segue necessário e organizar o agendamento.

A operação está a cargo do Consórcio Health Max, liderado pela Portal Telemedicina, com a Tele Vida Telemedicina e a Ekan Soluções. Ao ABC Agora, Rafael Meira, líder de saúde digital na Portal Telemedicina, disse que a escala exigiu ligar os sistemas municipais, tratar uma base de milhões de registros e acompanhar a qualidade dos atendimentos — o objetivo, nas palavras dele, é “conectar diferentes etapas da jornada do paciente dentro da rede pública”.

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