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Cultura Campinas, SP

Projeto do Olodum oferece 200 vagas gratuitas de percussão e dança no Parque Oziel

As turmas de percussão, dança e canto atendem moradores de 7 a 29 anos na sede da AMIC, e a inscrição é feita por formulário na internet; quem entrar agora começa ainda neste ano.

Por Hub News Campinas

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Imagem ilustrativa: Grupo de percussionistas se apresentando ao ar livre, participando de um animado ensemble de percussão em um dia ensolarado.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Marcos Felipe via Pexels

A Escola Olodum abriu 200 vagas gratuitas em Campinas para crianças, adolescentes e jovens de 7 a 29 anos que moram na cidade. As aulas são de percussão no ritmo do samba-reggae, de dança e de canto, e quem entrar agora ainda começa as atividades neste ano. A inscrição se faz por um formulário na internet.

Campinas recebeu a primeira unidade do projeto fora de uma capital. O grupo baiano traz para cá o método que vem construindo há quase cinco décadas em Salvador, no qual a prática artística funciona como caminho para trabalhar autoestima, identidade e convivência. A programação vai além das artes: há módulos de educação financeira, empreendedorismo, letramento racial e formação de lideranças.

Horários e inscrição

As turmas se dividem por idade. A infantojuvenil, de 7 a 14 anos, ocupa o fim da tarde, das 16h às 17h30, e a de jovens de 15 a 29 anos entra em seguida, das 17h30 às 19h. Percussão e canto acontecem às segundas e quartas-feiras; a dança, às terças e quintas. O canto tem ainda uma turma de crianças e adolescentes pela manhã, das 9h às 10h. Nenhuma das atividades é cobrada.

Tudo funciona na sede da AMIC — Amigos da Criança, que fica no número 1 da Rua Rosa Agritelli Cipriano, no Parque Oziel. Para a direção do projeto, as 200 vagas ampliam o acesso de crianças e jovens da cidade a uma formação gratuita e organizada, com entrada imediata depois da admissão.

A iniciativa tem apoio do Instituto CPFL, segundo o acidade on. O Parque Oziel começou a ser ocupado em 1997 e formou, com a Gleba B e o Jardim Monte Cristo, uma área popular da cidade — território onde o projeto pretende alcançar também as famílias dos participantes.

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