Pular para o conteúdo
Hub News
Segurança Campinas, SP

Homem é preso em Campinas na segunda fase da Operação Infiltrados

O suspeito de 51 anos não é policial, segundo o Baep, e teria movimentado dinheiro para um dos policiais civis investigados, na avaliação do Gaeco; dois celulares e um caderno foram apreendidos.

Por Hub News Campinas

Atualizado em

Compartilhar:
Telegram Enviar por e-mail Imagem para story Imagem para feed
Imagem ilustrativa: Entrada única do Terminal Multimodal de Campinas (rodoviário) e do Terminal Metropolitano Prefeito Magalhães Teixeira (metropolitano e urbano).
Foto: Fasouzafreitas via Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

A Operação Infiltrados, que investiga se o PCC mantinha pessoas a serviço dele dentro da Polícia Civil e do Ministério Público, prendeu nesta sexta-feira (25) um homem de 51 anos em Campinas. É a segunda fase da investigação, aberta em junho. De acordo com o Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), o alvo desta vez não é policial e trabalhava para um dos policiais civis envolvidos no caso.

A prisão é temporária e foi autorizada, junto com a busca e apreensão, pela 1ª Vara Criminal de Campinas. No imóvel do suspeito, as equipes recolheram dois celulares e um caderno de anotações com notas fiscais. Ele foi levado ao plantão da 1ª Seccional de Polícia Civil de Campinas e ficou preso à disposição da Justiça. O nome não foi divulgado, e o g1 informou que não conseguiu localizar a defesa dele.

O que o Gaeco atribui a ele

Pela apuração do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o suspeito teria cumprido dois papéis no esquema: transportar e movimentar quantias altas em benefício de um policial e entregar um telefone clandestino, habilitado com o chip no nome de outra pessoa, o que dificultaria identificar as conversas entre os investigados. As suspeitas ainda serão examinadas pela Justiça.

Segundo o g1, o promotor de Justiça Marcos Rioli disse que entre os aparelhos apreendidos está o celular usado nas conversas com um policial civil investigado, e que o material será analisado para "reforçar a participação do preso" e verificar se há outros integrantes da associação criminosa.

Como se chegou ao suspeito

O homem foi identificado a partir do exame de documentos, celulares e notebooks recolhidos em junho, na etapa inicial da operação, que levou à prisão de um ex-estagiário do Ministério Público, de um ex-policial e de um chefe de investigadores da Polícia Civil. Esse material, para o Ministério Público, indicou a participação de ao menos mais uma pessoa no grupo.

Encontrou alguma informação incorreta?

Nos ajude a manter o conteúdo correto.

Você marcou muitas publicações em pouco tempo. Espere um minuto e tente de novo.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Imagens dos leitores

Ainda não há fotos desta publicação. Se você esteve lá, mande a sua.

Leia em outras fontes

O texto acima é nosso, escrito a partir dos fatos. Para uma cobertura mais completa e aprofundada sobre o assunto, ou para visualizar imagens ou vídeos oficiais, acesse os links acima.