Pular para o conteúdo
Hub News
Esporte Caxias do Sul, RS

Mãe por trás da Lei das Goleiras no RS pede cultura de prevenção após morte em Caxias

Adriana Espírito Santo, que perdeu a filha Marina em 2022 na queda de uma trave, quer envolver o CREA e agora busca uma lei federal que obrigue a fixação das estruturas.

Por Hub News Caxias do Sul

2 min de leitura

Compartilhar:
Telegram Enviar por e-mail Imagem para story Imagem para feed
Imagem ilustrativa: basketball, goal, gym, indoor court
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: landersb via Pixabay

A morte de um menino atingido pela queda de uma trave no Colégio Cristóvão de Mendoza, em Caxias do Sul, reacendeu a discussão sobre a fixação de goleiras em quadras e sobre o cumprimento da lei gaúcha que trata do tema.

Essa lei tem origem em outra perda. Em 2022, a menina Marina Fallavena morreu em Porto Alegre num acidente do mesmo tipo. A mãe dela, a médica pediatra Adriana Espírito Santo, passou a mobilizar autoridades e a sociedade, e a Assembleia Legislativa aprovou a norma estadual que obriga a fixação dessas estruturas tanto em espaços públicos quanto privados. Além da prevenção, o texto prevê fiscalização e punição quando há acidente.

Em entrevista ao programa Jornal da Caxias, da Rádio Caxias, nesta segunda-feira (28), Adriana disse que revive aquele dia a cada novo caso e que sente necessidade de alertar outras famílias. Na avaliação dela, o Brasil não tem cultura de prevenção, e a adequação das quadras precisa ser feita aos poucos, mas precisa ser feita.

Ela observou que tanto o acidente de Marina quanto o de Fabian, o menino de Caxias, aconteceram durante períodos de reparo, quando as traves estavam soltas. Por isso, disse que vai se reunir com o CREA para trazer construtoras e empresas de reforma para a campanha.

Segundo os números que Adriana apresentou à rádio, o país registra um acidente com trave de goleira a cada 40 dias, a maioria com morte, e acidentes são a principal causa de óbito entre crianças de 1 a 14 anos no Brasil. O próximo passo, afirmou, é levar a obrigatoriedade para uma lei federal.

Encontrou alguma informação incorreta?

Nos ajude a manter o conteúdo correto.

Você marcou muitas publicações em pouco tempo. Espere um minuto e tente de novo.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Imagens dos leitores

Ainda não há fotos desta publicação. Se você esteve lá, mande a sua.

Leia em outras fontes

O texto acima é nosso, escrito a partir dos fatos. Para uma cobertura mais completa e aprofundada sobre o assunto, ou para visualizar imagens ou vídeos oficiais, acesse os links acima.