Wind banners consumiram R$ 523 mil das campanhas em Maringá
Vinte e um dos 40 candidatos com base na cidade registraram o gasto no portal de contas do TSE, e a Justiça Eleitoral já recebeu 89 denúncias sobre bandeiras que atrapalham a visão nas vias.
As bandeiras verticais fincadas nas esquinas de Maringá durante a campanha têm preço declarado: R$ 523.230. É o que somam os registros de 21 dos 40 candidatos com base eleitoral no município, conforme levantamento do Maringá Post no DivulgaCand, portal de prestação de contas do Tribunal Superior Eleitoral, com informações até 25 de setembro.
Sete deles concorrem à Câmara dos Deputados. Os outros 14 disputam uma cadeira na Assembleia Legislativa do Paraná. Os demais candidatos não lançaram despesa nessa modalidade até a data do levantamento.
O maior valor é de Sargento Fahur, do PL, com R$ 113.100 em wind banners. Luiz Nishimori, do PSD, vem em seguida, com R$ 75.925 declarados. Maria Victoria, do PP, registrou R$ 59.040.
Denúncias e ofício aos comitês
O acúmulo dessas peças nas vias virou caso de fiscalização. Segundo o Maringá Post, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) enviou ofício à Justiça Eleitoral com situações em que o material de campanha está "obstruindo a visão de motoristas".
A Justiça Eleitoral recebeu 89 denúncias pelo aplicativo Pardal sobre possíveis irregularidades na propaganda e expediu ofício-circular a todos os comitês de campanha da cidade, advertindo sobre o que está fora da regra.
- Wind banners
- Propaganda eleitoral
- Prestação de contas
- DivulgaCand
- Justiça Eleitoral
- Semob
- Eleições 2026
- Maringá
Encontrou alguma informação incorreta?
Nos ajude a manter o conteúdo correto.
Comentários
para comentar.
-
denúncia enviada
Nenhum comentário ainda.
Excluir seu comentário?
Ele sai da matéria para todo mundo, e não dá para voltar atrás.
Imagens dos leitores
Ainda não há fotos desta publicação. Se você esteve lá, mande a sua.
Enviar foto
É preciso entrar para enviar uma foto. A conta serve para registrar a cessão de uso e o crédito.
Leia em outras fontes
O texto acima é nosso, escrito a partir dos fatos. Para uma cobertura mais completa e aprofundada sobre o assunto, ou para visualizar imagens ou vídeos oficiais, acesse os links acima.