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Segurança Maringá, PR

Morto em casa no Jardim Novo Horizonte é americano desaparecido em setembro

A Polícia Civil identificou Tamir Nadav, de 46 anos, pela arcada dentária e aponta como suspeitos um homem e uma mulher que moravam com ele, ainda sem nomes divulgados.

Por Hub News Maringá

2 min de leitura

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Imagem ilustrativa: Rua urbana durante a noite com veículos estacionados sob iluminação pública e asfalto úmido.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Juan Pablo Daniel via Pexels

O corpo encontrado na madrugada de sábado (19) dentro de uma casa no Jardim Novo Horizonte, em Maringá, é o do norte-americano Tamir Nadav, de 46 anos, desenvolvedor de jogos que estava desaparecido desde 3 de setembro. A Polícia Civil confirmou a identificação nesta terça-feira (22), com base em exame do Instituto Médico Legal: o estado avançado de decomposição fez a perícia recorrer à arcada dentária.

Tamir morava havia anos na Rua Veneza. Ele foi achado em um quarto fechado com cadeado pelo lado de fora, com as mãos e os pés amarrados. A Polícia Militar arrombou o imóvel depois que pessoas próximas sentiram um odor forte vindo de dentro da residência.

Segundo o Maringá Mais, quem estranhou o sumiço foi uma ex-namorada, que foi até o endereço ao não ter resposta para as mensagens que mandava. Dias depois, ainda conforme o site, o telefone dele voltou a responder — mas só por escrito, e a conversa entre os dois costumava ser por áudio.

Casal que morava com ele é investigado

O delegado Adriano Garcia, da Polícia Civil, informou que há dois suspeitos de envolvimento na morte: um homem e uma mulher que dividiam a casa com a vítima e cujos nomes não foram divulgados. O caso está com a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, e a apuração corre sobre duas hipóteses — latrocínio, que é o roubo seguido de morte, e extorsão mediante sequestro com resultado morte. Não há acusação formal contra os dois, que são tratados como investigados, e nenhum deles havia sido localizado até esta terça, conforme o Maringá Manchete.

Parte do trabalho da polícia acompanha o dinheiro da vítima. O mesmo Maringá Manchete informa que o cartão bancário de Tamir foi usado depois da morte em uma compra que incluiu dois relógios avaliados em mais de R$ 10 mil. Já o Maringá.Com registra que as apurações iniciais apontam compras feitas pelo casal no comércio da cidade em 1º de setembro, com dinheiro que era dele.

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