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Quaest: Curi segue à frente no Senado do PR, com três nomes logo atrás

Alexandre Curi marca 14% na rodada de setembro da pesquisa Quaest para o Senado no Paraná; Dallagnol e Filipe Barros têm 11%, Gleisi 10%, e 29% dos eleitores seguem indecisos.

Por Hub News

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Imagem ilustrativa: Vista do Congresso Nacional em Brasília, com a cúpula do Senado e a cúpula invertida da Câmara dos Deputados
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: renatolaky via Pixabay

A disputa pelas duas cadeiras do Paraná no Senado chega à última semana de campanha com Alexandre Curi (Republicanos) na frente, mas sem folga. Na pesquisa Quaest encomendada pela RPC e divulgada na quinta-feira (24), ele aparece com 14% das intenções de voto, um ponto a menos do que na rodada de 24 de agosto.

Logo depois vêm dois candidatos empatados em 11%: Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo), ambos com dois pontos a mais que no mês anterior. Gleisi (PT) oscilou de 11% para 10%. Cristina Graeml (PSD) foi a que mais perdeu, caindo de 8% para 5%, patamar em que está também Dr. Rosinha (PT), que tinha 6%. Os demais nomes — Karen Guerreiro (Missão), Marcelo Marcelino (PCO) e Joaquim do MLB (Unidade Popular) — ficaram entre 0% e 1%.

O grupo mais numeroso continua sendo o de quem ainda não escolheu: os indecisos somam 29%, contra 28% em agosto. Brancos, nulos e quem diz que não vai votar se mantiveram em 13%. Quando a lista de candidatos não é apresentada, 76% dos entrevistados não conseguem citar nenhum nome.

Voto ainda pode mudar

Entre os ouvidos, 58% afirmam que a escolha é definitiva; os outros 42% admitem trocar de candidato até o dia da eleição, 4 de outubro.

Dois dos candidatos pesquisados disputam sob decisão judicial pendente. O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná indeferiu a candidatura de Marcelo Marcelino, e cabe recurso. Dallagnol teve os atos de campanha suspensos por liminar do Tribunal Superior Eleitoral. Ambos seguem no páreo até a decisão final da Justiça Eleitoral.

Como a conta é feita

Como cada estado elege dois senadores neste ano, renovando 54 das 81 cadeiras, o eleitor precisa votar em dois nomes diferentes. Na pesquisa, cada entrevistado indica um candidato para a primeira vaga e outro para a segunda, e os percentuais somam as duas respostas num total de 100%. A Quaest ouviu 804 eleitores.

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