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Segurança São Paulo, SP

Justiça manda prender três ligados à obra do prédio que caiu e matou seis na Penha

Ronaldo Vivacqua, que segundo a Polícia Civil geria na prática uma das construtoras, foi detido neste domingo; o filho engenheiro e a dona formal da empresa são considerados foragidos.

Por Hub News São Paulo

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Imagem ilustrativa: Close-up de um martelo de juiz de madeira em uma mesa preta, simbolizando justiça e lei.
Imagem ilustrativa · Não retrata o fato · Foto: Sora Shimazaki / Pexels

Três investigados pela construção do prédio que desabou sobre uma casa na Penha, na Zona Leste de São Paulo, matando seis pessoas, tiveram a prisão temporária decretada pela Justiça. Só um deles está detido: Ronaldo Vivacqua, capturado pela Polícia Civil neste domingo (13), de acordo com informações da polícia publicadas pelo g1.

Os demais alvos, considerados foragidos, são Cristiano Vivacqua, filho de Ronaldo, a quem a investigação atribui o projeto e a responsabilidade técnica pela execução da obra, e Isis Brandão, que consta no papel como dona da empresa.

Ronaldo não figura nos registros das duas empresas ligadas à construção. Para a polícia, porém, depoimentos de testemunhas e documentos antigos mostram que ele cuidava da administração e acompanhava a obra de perto, e por isso passou a ser tratado como sócio oculto. Ouvido de forma preliminar, ele negou qualquer vínculo com a construtora. O papel de cada um dos três ainda será detalhado no inquérito.

O que motivou o pedido de prisão foi o sumiço dos investigados, que não se apresentaram às autoridades desde o desabamento. Segundo o g1, o delegado seccional de Itaquera, Antônio José Pereira, contou que as equipes procuraram o dono da empresa e o engenheiro logo após a queda, mas eles não responderam aos contatos nem apareceram no local.

Ainda de acordo com o g1, a delegada Safira Borges Moreira Parente relatou que os policiais foram aos endereços das empresas registrados na Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) e não encontraram ninguém. A investigação vê nisso indício de tentativa de ocultação, argumento que também foi apresentado à Justiça.

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