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Segurança São Paulo, SP

Inquérito apura suspeita de estelionato em clínica de estética do Anália Franco

A Polícia Civil investiga pagamentos feitos por procedimentos que clientes dizem não ter recebido; o Procon também acumula queixas contra o estabelecimento, que encerrou o atendimento.

Por Hub News São Paulo

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Imagem ilustrativa: Close-up de uma cortina metálica corrugada fechada, com adesivos colados, em tons de azul e roxo.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: MING-CHENG WU via Pexels

Clientes de uma clínica de estética que fechou as portas no Jardim Anália Franco, na Zona Leste de São Paulo, passaram a ser tratados como possíveis vítimas de estelionato. A Polícia Civil abriu inquérito sobre o caso, conduzido pelo distrito policial do Tatuapé, para apurar pagamentos feitos por procedimentos que, segundo os consumidores, não foram realizados.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), boletins de ocorrência registrados contra o estabelecimento, que atendia sob o nome Vivid SPA, deram origem à investigação. "Diligências estão em andamento para o total esclarecimento dos fatos", informou a pasta.

O Procon também recebeu queixas contra a clínica neste ano. Os registros se dividem entre serviços vendidos e não entregues, cobrança por atendimento que não chegou a acontecer, dinheiro que não voltou ao consumidor e contrato que o cliente não conseguiu cancelar.

As reclamações são anteriores ao fechamento. Nos últimos anos, usuários de plataformas de reclamação apontaram falta de resultado nos tratamentos, atendimento ruim e dificuldade para conseguir estorno. Em agosto, novas mensagens passaram a indicar que a unidade havia encerrado as atividades, deixando pacotes pagos pelo caminho.

Em um dos relatos reunidos pelo g1 São Paulo, uma cliente contou que contratou pacotes de tratamento, interrompeu as sessões depois de sofrer um AVC e, já recuperada, fechou um novo pacote para o rosto. A partir daí, segundo ela, veio uma sequência de agendamentos e cancelamentos. Ainda conforme o g1 São Paulo, as reclamações citadas ficaram sem resposta da empresa nos registros públicos.

Em respostas dadas antes a clientes, a clínica chegou a alegar um problema grave de saúde que teria afetado o funcionamento do negócio, dizendo que analisaria cada situação. Foi pelos dois caminhos abertos ao consumidor — o boletim de ocorrência e a reclamação no Procon — que o caso chegou à polícia.

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