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Vivo ativa 5G Standalone em Campinas com promessa de até 2 Gb/s

A operadora incluiu a cidade no grupo de dez municípios que passaram a ter a rede com núcleo próprio de 5G nesta semana; para usar, é preciso plano da empresa, aparelho compatível e chip habilitado.

Por Hub News Campinas

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Imagem ilustrativa: Torre de antena de telefonia móvel contra o céu azul.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: prasanna_devadas via Pixabay

Campinas passou a ter, nesta semana, a rede que a Vivo chama de 5G Advanced — a versão da tecnologia que roda sobre um núcleo de rede exclusivamente 5G, conhecida no setor como 5G Standalone. Nas outras formas de conexão 5G em operação no país, esse núcleo ainda é herdado do 4G.

A cidade entrou em um lote de dez municípios liberados de uma vez. Os outros nove são São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Goiânia, Vitória, Niterói, Guarulhos e São Bernardo do Campo. No aparelho, a conexão aparece identificada como Vivo 5G+.

Pela conta da operadora, a velocidade pode chegar a 2 Gb/s. O número vem da soma de três faixas de espectro usadas ao mesmo tempo: 2,1 GHz, 2,3 GHz e 3,5 GHz.

O ganho não é só de velocidade. Segundo Wilson Cardoso, assessor técnico do Senai São Paulo ouvido pela VTV, o núcleo dedicado tende a reduzir também a latência, que é o tempo de resposta da rede — o que pesa em jogos, chamadas de vídeo e aplicações que dependem de reação imediata.

Nem todo cliente vai ver a diferença. Para acessar a rede, é preciso ter um chip habilitado, um plano móvel da Vivo e um celular que suporte tanto o 5G SA quanto a agregação de frequências. A empresa informa que a troca do chip físico pelo eSIM, o chip virtual, sai de graça pelo aplicativo.

A operadora trata o acesso como "degustação" e não informou se pretende cobrar à parte pelo serviço mais adiante.

O 5G Standalone da Vivo estreou em Brasília em agosto de 2025 e, no Rio de Janeiro, vinha sendo oferecido a quem visitava uma loja da empresa no BarraShopping. Para Cardoso, a expansão deve seguir conforme as operadoras renovam a infraestrutura: parte dos equipamentos de 4G ainda no ar está em uso há mais de uma década.

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