Casa Cidades Invisíveis faz um ano no Centro com 146 pessoas atendidas
Instalado no Calçadão da João Pinto, o espaço da organização social reúne oficinas gratuitas de tecnologia, costura, esporte e dança, e comemora a data nesta sexta-feira, 25 de setembro.
A Casa Cidades Invisíveis, aberta no Calçadão da João Pinto, no Centro de Florianópolis, chega ao primeiro ano de funcionamento atendendo 146 pessoas, de crianças a idosos, em oficinas gratuitas de tecnologia, costura, esporte, arte e dança. O balanço é da organização social que mantém o espaço, e foi divulgado pelo De Olho na Ilha.
Da costura ao remo
A programação começou com o Integra Perifa, de inclusão digital, e o Costura Perifa, de capacitação e renda para mulheres, ao lado de uma oficina de arte e de aulas de ioga e jiu-jítsu. A procura fez a lista crescer: entraram o RePrograma Morro, que oferece formação gratuita em tecnologia e empreendedorismo a jovens e mulheres que moram nas periferias da Grande Florianópolis; aulas de remo; e o Sambalé, que junta balé clássico e samba para meninas. Pelo espaço passaram ainda oficinas pontuais de teatro, biodança e colorimetria na moda.
Neste ano, um acordo com o CIEE — o Centro de Integração Empresa-Escola — abriu aos alunos da casa vagas de estágio e de aprendizagem. Entre os atendidos há crianças no primeiro contato com atividades culturais, mulheres em busca de renda própria e idosos que voltaram a estudar e a conviver.
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Festa de aniversário na sexta
A data será comemorada nesta sexta-feira (25), em cerimônia fechada a alunos, parceiros e convidados, com apresentação do grupo de Sambalé e desfile das peças feitas pelas alunas do Costura Perifa.
O Cidades Invisíveis nasceu em 2012, em Florianópolis, e trabalha com redução da pobreza e da desigualdade em comunidades. Fora da capital catarinense, mantém frentes em Foz do Iguaçu, no Rio de Janeiro, em Niterói, em São Paulo e em São Sebastião, e prepara a chegada a Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Diz seguir a Agenda 2030 da ONU e assinou o movimento dos ODS em Santa Catarina. Ao De Olho na Ilha, o CEO da organização, Samuel dos Santos, disse que ver "este espaço pulsar diariamente" mostra que cada desafio valeu a pena, e citou mais de 140 pessoas atendidas e seis oficinas gratuitas em atividade.
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