Falta de prazo para remédio de dermatite atópica no SUS chega à Câmara de Porto Alegre
Comissão de vereadores recebeu a família de um menino de 8 anos com a forma grave da doença; Secretaria de Saúde não tem data para oferecer os tratamentos previstos em protocolo de 2025.
Crianças e adolescentes com dermatite atópica continuam sem previsão de acesso, pela rede pública, aos medicamentos incluídos no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da doença, de novembro de 2025. O assunto foi discutido na terça-feira (15) pela Câmara Municipal de Porto Alegre, em reunião da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam). Segundo o Jornal da Capital, a pasta municipal da Saúde disse não ter data definida para que o SUS passe a oferecer esses tratamentos a esse público.
O encontro foi pedido pelo vereador José Freitas, que preside a Frente Parlamentar pela Psoríase e Outras Doenças Crônicas de Pele no Legislativo.
Participaram da reunião o menino Pietro, de 8 anos, morador de Cachoeirinha, e sua família. De acordo com o relato publicado pelo Jornal da Capital, ele tem a forma grave da doença e chegou a ter 90% do corpo coberto por feridas.
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