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Saúde Pelotas, RS

Semana contra a raiva em Pelotas ensina o que fazer com morcego e mordida

Até sexta-feira (2), o Centro de Zoonoses leva palestras, capacitações e teatro de fantoches à comunidade; na cidade, o vírus circula por meio dos morcegos.

Por Hub News Pelotas

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Imagem ilustrativa: Pátio interno da Santa Casa de Misericórdia de Pelotas
Foto: Parzeus via Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Quem encontrar um morcego dentro de casa em Pelotas não deve tocar nele com as mãos, esteja o animal vivo ou morto. A orientação é do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que atende pelo WhatsApp (53) 99964-7827 para tirar dúvidas e recolher o bicho, e é um dos pontos da semana de educação sobre a raiva que a Secretaria Municipal de Saúde promove desta segunda-feira (28) até sexta (2).

A programação marca o Dia Mundial da Prevenção da Raiva e reúne palestras interativas, capacitações técnicas e sessões de teatro de fantoches do projeto Zooando na Escola. O público que a prefeitura quer alcançar primeiro são os tutores de cães e gatos: a ideia é que saibam como a doença passa de um animal para outro, que sinais ela dá e como evitá-la.

A raiva é uma infecção viral aguda que atinge mamíferos, gente inclusive, e é letal e sem cura. O vírus está na saliva do animal infectado e é transmitido por mordida ou lambida. Em Pelotas, segundo a prefeitura, são os morcegos que mantêm o vírus em circulação, e por isso cada caso suspeito é investigado e a vigilância não para.

O que fazer em cada situação

  • Mordida ou lambida: lavar o ferimento com bastante água e sabão e procurar atendimento médico na hora, numa Unidade Básica de Saúde, no Pronto Socorro ou num serviço particular.
  • Morcego em casa ou no pátio: manter crianças e animais de estimação longe do local e não encostar no animal. A retirada se faz com pá ou vassoura e um balde, ou pelas equipes do CCZ.
  • Animal silvestre: não tocar nem oferecer comida. Cão ou gato atropelado só deve ser manuseado com equipamento de proteção.
  • Cães e gatos da casa: vacina antirrábica todos os anos e, de preferência, sem acesso livre à rua.

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