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Segurança Ponta Grossa, PR

Foragido por morte de diretor da Odonto Excellence é preso em Alagoas

Paulo Santos da Silva foi parado em um bloqueio da PRF na BR-101, em São Miguel dos Campos, e autuado também por documento falso; a polícia já tentara capturá-lo em agosto, no litoral paulista.

Por Hub News Ponta Grossa

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Imagem ilustrativa: Uma estrada atmosférica cortando uma floresta escura sob nuvens dramáticas
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Murillo Molissani via Pexels

A Polícia Civil do Paraná prendeu na noite de sexta-feira (18) o homem que aponta como coordenador do assassinato do empresário José Claiton Leal Machado, morto em Ponta Grossa em abril de 2022. Paulo Santos da Silva, conhecido como Pastor Paulo, foi detido em São Miguel dos Campos, em Alagoas.

Segundo a corporação, ele passava por um bloqueio da Polícia Rodoviária Federal na BR-101 quando foi abordado e apresentou um documento falso — o que rendeu uma autuação em flagrante, somada à ordem de prisão que já pesava contra ele.

A vítima era diretor da Odonto Excellence, franqueadora de clínicas odontológicas que reúne mais de 1,3 mil unidades dentro e fora do país, conforme o g1. José Claiton foi atingido por tiros no fim da tarde de 19 de abril de 2022, quando chegava em casa, e os disparos partiram de dois homens, de acordo com o que a polícia informou ao g1.

As investigações atribuem a encomenda do crime ao CEO da rede, Oséias Gomes de Moraes: desentendimentos pessoais e comerciais com o diretor, entre eles o receio de perder o comando da empresa, teriam motivado a morte. Nessa reconstituição, Paulo aparece como intermediário — quem teria unido mandante e executor.

A captura veio de um acompanhamento que a 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa, pelo Setor de Homicídios, mantinha havia meses. Em 12 de agosto, equipes paranaenses e a Polícia Militar de São Paulo já haviam tentado prendê-lo numa cobertura de propriedade dele em Praia Grande, no litoral paulista, sem sucesso. A localização em Alagoas, informou a Polícia Civil, saiu da troca de dados entre as polícias civis do Paraná, de São Paulo, da Bahia e de Alagoas e a PRF.

Paulo já havia sido indiciado e pronunciado pelo homicídio — etapa em que a Justiça decide levar o acusado a júri popular — e responde como réu no processo. Segundo o g1, ele era procurado desde maio. Agora, fica à disposição do Judiciário.

O g1 informou não ter localizado a defesa de Paulo Santos da Silva. O material divulgado não traz manifestação da defesa de Oséias Gomes de Moraes.

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