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Saúde Maringá, PR

Maringá lança ação contra a dengue com 36 UBSs após queda de 95% nos casos

Com 183 casos confirmados até setembro, contra 4.163 no ano passado, a Secretaria de Saúde levou o projeto Primavera sem Dengue às unidades básicas antes do período de chuvas.

Por Hub News Maringá

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Imagem ilustrativa: Foto macro detalhada de um mosquito pousado em uma folha; um design complexo da natureza.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Ignacio Vazquez via Pexels

A Secretaria Municipal de Saúde começou na segunda-feira (21) as ações do projeto Primavera sem Dengue, que mobiliza as 36 Unidades Básicas de Saúde de Maringá no combate ao Aedes aegypti. A largada acontece na virada para o período de chuva e calor, quando o mosquito encontra melhores condições para se reproduzir.

A intensificação da prevenção alcança diferentes regiões da cidade e chega com os indicadores em forte queda. De janeiro a setembro, o município confirmou 183 casos de dengue; no mesmo intervalo do ano passado, haviam sido 4.163 — diferença de 95,56%.

O LIRAa, levantamento que mede rapidamente a infestação pelo mosquito, apontou melhora também no Índice de Infestação Predial, que afere quantos imóveis têm focos: de 2% em junho para 1,1% em setembro, 45% a menos em três meses.

O que a cidade usa contra o mosquito

Desde o fim do mês passado, o município instalou 1,8 mil armadilhas Pneutrap, que ampliam o monitoramento do vetor. A estrutura de vigilância reúne ainda as Estações Disseminadoras de Larvicida, as ovitrampas e a borrifação residual aplicada dentro dos imóveis.

O trabalho de campo continua dependendo da visita porta a porta. Segundo o Maringá Mais, o secretário de Saúde, Antônio Carlos Nardi, destacou no lançamento a atuação dos agentes de controle de endemias na prevenção e na fiscalização dos imóveis, e afirmou que o resultado é fruto do "empenho dos profissionais que visitam casa por casa, todos os dias".

Mesmo com os números em queda, a secretaria mantém o alerta para os próximos meses. Chuva e calor encurtam o tempo que o mosquito leva para se desenvolver — daí a insistência em eliminar recipientes com água parada.

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