Pular para o conteúdo
Hub News
Meio ambiente Maringá, PR

Maringá aparece com dois tornados fracos em levantamento nacional desde 2018

Análise do g1 sobre a base Prevots contou 524 tornados no país entre 2018 e 2026; o Paraná soma 81, com Corbélia e Guarapuava no topo, e Maringá teve dois de baixa intensidade.

Por Hub News Maringá

2 min de leitura

Compartilhar:
Telegram Enviar por e-mail Imagem para story Imagem para feed
Imagem ilustrativa: lightning, storm, sky, cloud, nature, mountain, outdoor, wilderness, dark clouds
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: gdmoonkiller via Pixabay

Maringá registrou dois tornados desde 2018, ambos classificados como de baixa intensidade. O dado vem de uma análise feita pelo g1 e republicada pelo Maringa.Com, a partir da base do Prevots, projeto de pesquisa que reúne o Inpe, a UFSM, o Igam, de Minas Gerais, e a Universidade de Oklahoma, nos Estados Unidos.

No país inteiro, o levantamento do g1 encontrou 524 tornados entre 2018 e 2026. Pouco menos da metade, 227, ocorreu nos três estados do Sul, que também lideram em ocorrências do tipo supercélula, as de maior poder de destruição.

Paraná é o terceiro estado com mais registros

O Rio Grande do Sul aparece à frente, com 93 casos, seguido por São Paulo, com 90. O Paraná vem depois, com 81, e Santa Catarina soma 53. Mato Grosso do Sul também figura entre os estados mais atingidos. No ranking por município, Sarandi e Guaíba, no Rio Grande do Sul, e Dourados, em Mato Grosso do Sul, empatam no topo, com nove tornados cada.

Entre as cidades paranaenses, Corbélia lidera, com sete registros, e Guarapuava tem seis. Pontal do Paraná, Irati, Guaraniaçu e Laranjeiras do Sul contabilizam quatro cada. Campo Mourão aparece com três.

Perto de Maringá, a lista inclui Engenheiro Beltrão e Terra Rica, com dois casos cada, além de Paiçandu, Mandaguari, Jandaia do Sul, Paranavaí e Alto Paraná, com um registro cada.

Por que o Sul concentra os casos

A reportagem explica que o Sul fica na rota de encontro entre correntes de vento quente e úmido que descem da Amazônia e o ar frio e seco que chega da Argentina. O choque entre as duas massas faz a velocidade do vento mudar com a altitude, e, em algumas situações, o giro formado no alto desce até perto do solo — é assim que surge o tornado.

Encontrou alguma informação incorreta?

Nos ajude a manter o conteúdo correto.

Você marcou muitas publicações em pouco tempo. Espere um minuto e tente de novo.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Imagens dos leitores

Ainda não há fotos desta publicação. Se você esteve lá, mande a sua.

Leia em outras fontes

O texto acima é nosso, escrito a partir dos fatos. Para uma cobertura mais completa e aprofundada sobre o assunto, ou para visualizar imagens ou vídeos oficiais, acesse os links acima.