Obras no Terminal Urbano chegam às plataformas F e J, com fim em dezembro
Sete plataformas entram na etapa de R$ 1,2 milhão, que segue até dezembro; nove linhas já mudaram de ponto de embarque e a CMTU mantém equipes no local para orientar os passageiros.
Quem pega ônibus no Terminal Urbano de Londrina precisa conferir a plataforma antes de esperar na fila de sempre. A reforma do prédio chegou nesta semana a mais dois pontos de embarque, e nove linhas foram remanejadas. Seis delas saíram da Plataforma F e passaram a operar na E, liberada no dia 14 de setembro: 201 Califórnia, 108 Albatroz, 231 Pequena Londres, 200 Vila Brasil, 408 Vila Recreio e 221 Limoeiro. Outras três deixaram a Plataforma B e estão na A — a 406 Aquiles Stenghel, a 405 Maria Cecília e a 407 João Paz.
A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) pede atenção às trocas e mantém funcionários no terminal para orientar quem tiver dúvida. Um terceiro remanejamento, provocado pelo recape asfáltico da Plataforma J, valeu apenas de 15 a 18 de setembro: nesses dias, a 317 Maracanã, a 305 Campus e a 306 Cidade Industrial embarcaram na Plataforma L, e a 315 Colúmbia, a 307 Avelino e a 314 Olímpico, na I. O recape tinha conclusão prevista para a sexta-feira, dia 18.
A etapa em andamento alcança sete plataformas, custa R$ 1,2 milhão e deve terminar em dezembro. Na F, no piso superior, as equipes trabalham em reforços no concreto armado, serviço estimado em cerca de quatro semanas; depois disso, a frente continua por baixo da estrutura. No pavimento inferior, a obra está na Plataforma B, com intervenções nos pilares e no teto que sustenta o piso de cima, e a previsão é encerrar essa parte na primeira semana de outubro.
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Boa parte do esforço está nas juntas de dilatação, por onde a água e os agentes químicos se infiltram até comprometer a estrutura. Inaugurado em 1988, o terminal recebe mais de 40 mil passageiros por dia e convive com infiltrações e desgaste. A obra está a cargo da Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação, que contratou uma empresa para o serviço, com apoio da CMTU.
Segundo o Jornal União, o secretário de Obras e Pavimentação, Fábio Alves de Oliveira, disse que os reparos são estruturais e substituem o tratamento paliativo dado ao problema até agora, e reconheceu que a obra gera transtorno temporário a quem usa o terminal.
As frentes deste ano dão sequência a uma revitalização começada em 2025. Naquela etapa, o prédio ganhou câmeras ligadas a uma central de vigilância, máquinas de autoatendimento para colocar crédito no cartão, luz e pintura novas, som ambiente, salas de atendimento ao usuário e reparos nos guichês e nas entradas, além de serviços contra alagamento e infiltração. O município informa ter aplicado R$ 1,2 milhão nesse conjunto — o mesmo valor das obras estruturais de agora. Ao Jornal União, o presidente da CMTU, Renan Salvador, afirmou que a intenção é manter um padrão de manutenção constante num espaço que passou muito tempo sem cuidado.
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