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Educação Londrina, PR

Apoio a alunos com neurodivergência chega a 27 escolas municipais

Trinta e seis profissionais contratados começam na segunda-feira em 20 unidades, elevando a 126 a equipe do Pró-REDE, que passa a acompanhar cerca de 300 estudantes da rede de Londrina.

Por Hub News Londrina

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A partir de segunda-feira (28), 36 profissionais contratados para acompanhar alunos com deficiência ou neurodivergência começam a trabalhar em 20 escolas municipais de Londrina, oito horas por dia. Com eles, o Pró-REDE — Programa de Resposta Estratégica à Neurodiversidade na Educação — passa a alcançar 27 unidades e cerca de 300 estudantes, com 126 profissionais no total, segundo a Prefeitura.

Os 90 que já estavam em campo desde o início do ano letivo atendiam sete escolas. As 20 que entram agora ficam em todas as regiões da cidade. Uma delas é a Escola Municipal Professor Odésio Franciscon, que tem 252 alunos, 44 deles neurodivergentes, e receberá um profissional para acompanhar duas crianças pela manhã e uma à tarde, disse a diretora Doryane Weber ao Jornal União.

O que o profissional faz

O Profissional Especializado de Suporte, o PES, acompanha o aluno individualmente na rotina escolar, incluindo higiene e alimentação; a parte pedagógica continua a cargo do Atendimento Educacional Especializado. Os 36 novos passaram nesta sexta-feira (25) pela última etapa de formação, das 8h às 17h, no auditório da Unopar do Piza.

A secretária municipal de Educação, Thatiane de Araújo, afirmou em entrevista coletiva que a escolha das escolas saiu de análise técnica da pasta, que olhou onde houve reorganização de horas extras e onde há casos exigindo mais de um profissional. Ela chamou a iniciativa de "projeto-piloto, um projeto de referência voltado para o atendimento à inclusão".

Quem conduz o programa é a Secretaria de Educação, em parceria com a HUTEC, fundação ligada ao hospital da Universidade Estadual de Londrina. O desenho começou em 2025, com equipes da educação ao lado de profissionais de psicologia e comportamento.

Francisco Eugenio Alves de Souza, presidente da fundação, avaliou que os meses nas sete escolas iniciais exigiram ajustes e deram saldo positivo: o suporte existe, disse ele, para que o aluno consiga acompanhar os colegas e participar do projeto pedagógico.

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