Pular para o conteúdo
Hub News
Serviços Londrina, PR

Mutirão atende migrantes do oeste de Londrina com documentação nesta sexta

A ação da Secretaria de Assistência Social e da Cáritas ocorre das 13h às 16h no anfiteatro do CEU, no Jardim Santa Rita, e atende quem é acompanhado pelo CRAS Oeste B.

Por Hub News Londrina

2 min de leitura

Compartilhar:
Telegram Enviar por e-mail Imagem para story Imagem para feed
Imagem ilustrativa: Close-up de uma mesa organizada com recibos, documentos e materiais de escritório para organização empresarial.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: https://kaboompics.com/ via Pexels

Migrantes e refugiados que moram na região oeste de Londrina têm, nesta sexta-feira (25), das 13h às 16h, um atendimento concentrado para resolver pendências de documentação. O mutirão é no anfiteatro do CEU, o Centro de Artes e Esportes Unificados do Jardim Santa Rita; o prédio fica na rua Ângelo Gaioto.

A ação é da Secretaria Municipal de Assistência Social com a Cáritas Arquidiocesana, e desta vez está voltada a quem é acompanhado pelo CRAS Oeste B, o centro de referência de assistência social daquela parte da cidade.

Quem pode ir e o que resolve

Marcos Regazzo, que coordena o programa de migração e refúgio no município, disse à equipe de comunicação da Prefeitura que o atendimento está aberto a qualquer migrante da região oeste — com documento atrasado, documento a renovar ou simplesmente uma dúvida. "Pelo menos uma vez por mês nós fazemos esses atendimentos", afirmou.

O foco é a regularização migratória, mas o técnico no local também dá orientação sobre como acessar outros serviços públicos: saúde, escola, benefícios sociais. Entre os documentos pedidos para o atendimento está o Registro Nacional Migratório.

As próximas regiões

O mutirão já passou pela região Norte B. Depois do oeste, a prefeitura pretende levá-lo às regiões Leste e Centro A, ainda sem data e sem local definidos. As demais regiões da cidade só serão atendidas no ano que vem.

Os mutirões fazem parte do programa que o município mantém, junto com a Cáritas, para migrantes, refugiados, apátridas e suas famílias. São cerca de 250 atendimentos por mês, entre acolhimento, escuta e orientação sobre procedimentos formais — sobretudo os de documentação —, com o objetivo de garantir direitos básicos e abrir o acesso dessas famílias às políticas públicas.

Encontrou alguma informação incorreta?

Nos ajude a manter o conteúdo correto.

Você marcou muitas publicações em pouco tempo. Espere um minuto e tente de novo.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Imagens dos leitores

Ainda não há fotos desta publicação. Se você esteve lá, mande a sua.

Fonte oficial

O texto acima é nosso, escrito a partir dos fatos. Para uma cobertura mais completa e aprofundada sobre o assunto, ou para visualizar imagens ou vídeos oficiais, acesse os links acima.