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Obras e infraestrutura Irati, PR

Desvio da BR-277 prejudica estrada rural e transporte escolar em Irati

Reportagem flagrou dois caminhões atolados na ligação entre Caratuva e Pinho. Prefeitura relata manutenção e tentativa de acordo; concessionária não havia respondido ao jornal.

Por Hub News Irati

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Imagem ilustrativa: Vista em close dos rastros de pneus lamacentos em uma estrada de terra com plantas verdes, enfatizando textura e padrão.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Magda Ehlers via Pexels

O transporte escolar precisou buscar outro caminho na zona rural de Irati depois que caminhões atolados impediram a passagem na ligação entre Caratuva e Pinho. A Folha de Irati acompanhou o bloqueio em 14 de setembro: dois veículos estavam presos na estrada molhada, e o ônibus que buscaria crianças da comunidade não conseguiu atravessar o trecho.

Moradores de Caratuva II e Pinho de Baixo relataram ao jornal que a estrada passou a receber caminhões por causa do desvio ligado à duplicação da BR-277. Segundo esses relatos, os atolamentos se repetem e afetam tanto os deslocamentos das famílias quanto o acesso de serviços essenciais.

A chuva agrava as dificuldades de circulação, conforme os moradores ouvidos pela reportagem. Eles também associam a deterioração da estrada à passagem frequente dos veículos pesados e cobram condições de segurança e de acesso enquanto o desvio estiver em uso.

Respostas sobre a estrada

Conforme o relato publicado, a Secretaria Municipal de Viação e Serviços Rurais havia feito manutenção na ligação entre as comunidades, incluindo patrolamento e aplicação de cascalho. Em nota enviada ao jornal, a Prefeitura informou que buscou um acordo com os responsáveis pelas intervenções para reduzir os danos à população.

A administração afirmou ainda que continuava buscando a recuperação dos trechos atingidos, “preservando os investimentos públicos”. O posicionamento divulgado não apresenta prazo para uma solução nem confirma a conclusão do acordo mencionado.

Ao ser procurada pela Folha, a Tripoloni, terceirizada responsável pela obra, orientou que os questionamentos fossem dirigidos à Via Araucária. A concessionária não havia respondido ao jornal até o fechamento da reportagem, inclusive sobre o uso da estrada rural e as providências para evitar novos bloqueios.

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