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Política Curitiba, PR

Pimentel promete ampliar ensino integral e explica revisão de decisões

Em entrevista à Tribuna do Paraná, prefeito diz que pretende encerrar o mandato com 80% das escolas em tempo integral e relata mudanças no reajuste dos servidores municipais.

Por Hub News Curitiba

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Imagem ilustrativa: Fileira de cadeiras azuis vazias e mesas de madeira em uma sala de aula iluminada pelo sol com paredes amarelas.
Imagem ilustrativa · Não retrata o fato · Foto: jessica olivella / Pexels

O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD), afirmou à Tribuna do Paraná que pretende chegar ao fim do primeiro mandato com 80% das escolas em tempo integral. Na entrevista, também explicou decisões sobre obras e remuneração dos servidores que precisaram ser revistas durante sua gestão.

Sobre o funcionalismo, Pimentel relatou que havia decidido iniciar em janeiro a reposição da inflação vinculada à data-base de outubro. Segundo ele, a incerteza sobre o fechamento das contas do município motivou o adiamento inicialmente planejado.

O prefeito disse ter reconsiderado após a mobilização dos servidores. De acordo com seu relato, chamou a equipe para refazer os cálculos e adotou o pagamento parcelado. As parcelas referentes a novembro e dezembro foram pagas em março e abril, afirmou. Pimentel apresentou o episódio como uma situação em que novas avaliações levaram à mudança de uma decisão.

Na área de infraestrutura, a entrevista abordou a interrupção do contrato de uma obra na Major Heitor Guimarães. O prefeito atribuiu a rescisão à lentidão dos trabalhos e disse que equipes do município fizeram reparos provisórios para permitir a passagem enquanto se preparava uma nova contratação.

Segundo Pimentel, houve nova licitação, e os trabalhos voltaram a avançar. Ele mencionou obras tanto na Major Heitor Guimarães quanto na Arthur Bernardes ao explicar a retomada.

O prefeito também reconheceu os transtornos enfrentados por quem circula pela cidade durante as intervenções do Inter 2 e da Linha Verde. Ao defender os projetos, sustentou que os benefícios posteriores justificam os incômodos da execução. Essa é a avaliação apresentada por ele na conversa com o jornal.

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