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Política Curitiba, PR

Lula reúne 20 mil na Boca Maldita e pede votos para aliados do Paraná

Segundo a PM, ato do presidente no Centro de Curitiba neste sábado reuniu cerca de 20 mil pessoas, sem ocorrências; no discurso, ele falou do STF, do Banco Master, do INSS e do filho investigado.

Por Hub News Curitiba

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Imagem ilustrativa: Câmara de Vereadores de Curitiba, sede do poder legislativo de Curitiba.
Foto: Deyvid Setti / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, reuniu apoiadores na Boca Maldita, no Centro de Curitiba, neste sábado (12). A Polícia Militar estimou o público em cerca de 20 mil pessoas e informou que nenhuma ocorrência foi registrada durante o ato, realizado depois de a chuva dar uma pausa na capital.

No palanque estavam os candidatos do PT-PR ao Senado, Gleisi Hoffmann e Doutor Rosinha, e o candidato do PDT ao Governo do Paraná, Requião Filho. Lula pediu votos para os três e, segundo o Paraná Portal, disse sobre o aliado ao governo: "Esse menino tem DNA. Eu conheço o pai dele".

Boa parte do discurso tratou das investigações que envolvem o governo e a família do presidente. De acordo com a Tribuna do Paraná, Lula contou ter se encontrado com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, e pedido que o processo seja liberado por inteiro, criticando a divulgação de trechos escolhidos pelo relator. Ele também falou do filho mais velho, que é alvo de apuração sob a suspeita de ter usado a proximidade com o governo em benefício de terceiros: disse acreditar que ele é inocente, mas que terá de responder se tiver cometido algum erro.

O presidente citou ainda o caso do Banco Master: afirmou que Daniel Vorcaro se tornou banqueiro durante a gestão de Jair Bolsonaro e que a prisão do empresário e o fechamento do banco ocorreram no mandato atual. Sobre as fraudes contra aposentados do INSS, declarou que o esquema foi desmontado, que vários envolvidos estão presos e que o dinheiro já foi devolvido.

A primeira-dama Janja defendeu o voto em candidatas mulheres, lembrando a baixa presença feminina no Congresso. Gleisi e Rosinha apresentaram a eleição como um confronto entre dois projetos de país, e Requião Filho defendeu ampliar as políticas públicas para mulheres, contrapondo a construção de presídios à de um hospital da mulher e da infância.

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