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Alta de gasolina e diesel faz preços ao consumidor britânico subirem 3,1% em um ano

Índice acelerou em relação aos 2,9% de julho, segundo o escritório de estatísticas do país; câmara de comércio prevê novas altas até o fim do ano, pressionadas pelo petróleo e pelo Oriente Médio.

Por Hub News

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Imagem ilustrativa: Vista de fundo desfocada com foco no display da bomba de combustível mostrando preço em libras e litros.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Lloyd Freeman via Pexels

Os preços ao consumidor no Reino Unido ficaram 3,1% mais altos em agosto do que no mesmo mês de 2025. O dado foi divulgado na quarta-feira (16) pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS), o órgão oficial de estatística britânico, e mostra aceleração frente a julho, quando a variação anual havia ficado em 2,9%.

O indicador em questão é o CPI, sigla em inglês do índice de preços ao consumidor, usado como a medida de referência da inflação no país. Considerando apenas a passagem de julho para agosto, ele avançou 0,5%. No mesmo intervalo do ano passado, a alta mensal tinha sido de 0,3%, o que significa que os preços subiram neste agosto num ritmo mais forte do que no agosto anterior.

O combustível puxou o resultado. De acordo com o relato publicado pelo portal O Maringá, o economista-chefe do ONS, Grant Fitzner, apontou os aumentos expressivos nos preços da gasolina e do diesel como a razão da nova subida. Ele citou também as passagens aéreas mais caras, com peso maior nos voos de longa distância.

Empresários esperam mais pressão

A Câmara de Comércio Britânica (BCC), entidade que representa empresas do país, avalia que o aperto continua. Segundo o mesmo portal, Stuart Morrison, gerente de pesquisa da BCC, disse que a nova alta deixa evidente a pressão sobre os preços na economia britânica.

A projeção econômica mais recente da câmara indica que o índice pode seguir subindo nos últimos meses do ano. Os fatores apontados pela entidade são a oscilação das cotações do petróleo e o conflito em andamento no Oriente Médio. Morrison acrescentou que esse cenário pode levar também a alimentos mais caros para os consumidores do Reino Unido.

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