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Madrugada de metrô no fim de semana segue até janeiro de 2027

A estatal esticou o teste que mantém quatro linhas abertas da meia-noite às 4h40 no domingo; foram 665 mil embarques desde dezembro, e as linhas privadas continuam sem aderir.

Por Hub News

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Imagem ilustrativa: An empty urban subway station platform with escalators and vibrant lighting at night.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Marcelo Chagas via Pexels

Quem sai de casa no sábado à noite vai continuar encontrando metrô aberto na hora de voltar. A operação que mantém quatro linhas rodando durante toda a madrugada de domingo foi esticada até 31 de janeiro de 2027, informou o Metrô de São Paulo nesta sexta-feira (25), segundo o g1 São Paulo.

O regime vale para a 3-Vermelha, a 1-Azul, a 2-Verde e a 15-Prata, todas tocadas diretamente pela estatal. Entre a meia-noite e as 4h40, os trens passam a cada 20 ou 30 minutos, e nenhuma estação fecha: o embarque e o desembarque seguem liberados em toda a extensão das quatro.

O teste está no ar desde 6 de dezembro de 2025. Nesse intervalo, a empresa contabilizou cerca de 665 mil embarques na faixa da madrugada, o equivalente a 15,8 mil passageiros por noite. A maior parte do movimento está na Linha 3-Vermelha, com 345,4 mil registros. Vêm depois a 2-Verde e a 1-Azul, com 157,8 mil e 148 mil; a 15-Prata ficou em 13,5 mil.

República, Consolação e Palmeiras-Barra Funda estão entre as estações de maior movimento nessas horas, ao lado de Tatuapé e Anhangabaú. Enquanto o período experimental corre, a estatal acompanha a procura, para onde as pessoas se deslocam de madrugada e o quanto a circulação noturna interfere nos serviços de manutenção, que tradicionalmente ocupam esse horário. O que sair daí vai embasar a avaliação do resultado e os estudos sobre o atendimento na faixa.

O que fica de fora

A madrugada não vale para a rede inteira. Ficaram fora as duas linhas em mãos privadas, a 5-Lilás e a 4-Amarela, e também os trens da ViaMobilidade, da CPTM e da TIC Trens. Quando o serviço começou, as empresas que as administram justificaram a ausência com o custo alto de rodar de madrugada e com a expectativa de pouca gente nos trens.

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