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Segurança Santa Catarina

Caixa-preta achada em Urubici vai a Brasília e perícia deixa o local

Os peritos catarinenses deram por encerrado o trabalho de campo na Serra, onde mapearam com scanner 3D o ponto da queda que matou cinco pessoas, entre elas o cantor Rick.

Por Hub News

2 min de leitura

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Imagem ilustrativa: Vista aérea de montanhas cobertas de neblina em Urubici, com vegetação exuberante e penhascos íngremes.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Claiton Conto via Pexels

O gravador de voz da cabine do helicóptero que caiu em Urubici, na Serra catarinense, foi encontrado pelos peritos e vai para Brasília, onde será analisado. A informação é da Força Aérea Brasileira, conforme o NSC Total. Com a peça em mãos, a coleta inicial de dados nos destroços chegou ao fim.

No mesmo dia, quarta-feira (23), as equipes deixaram o local do acidente: o trabalho de campo foi dado por encerrado, segundo o ND Mais. Nenhuma das cinco pessoas a bordo sobreviveu.

Morreram o videomaker Paulo Soares e o empresário Bruno Avelar. A quinta vítima é o cantor Rick Sollo, que formava dupla sertaneja com Renner.

No comando da aeronave estava Antonio Roberto Nóbrega Araújo. Ao lado dele voava o copiloto Leopoldo de Barros Teixeira.

O levantamento ficou a cargo da Polícia Científica do estado, ao lado de equipes do Cenipa e do V Seripa, o serviço regional que investiga acidentes aéreos. Drones e um scanner 3D foram usados para guardar em registro digital a posição dos destroços e as marcas deixadas na área. O que interessa à investigação foi entregue ao Cenipa.

Cerca de dez servidores atuaram na Serra, entre agentes e peritos — parte deles especializada em Engenharia Forense, informou a CBN Total.

Sem prazo para os laudos

A leitura das imagens do scanner começa nesta quinta-feira (24), e não há data para a entrega dos laudos, segundo o g1. O tempo de análise, explicou o órgão pericial, varia com a complexidade dos exames e com o que o terreno exige de documentação — e ainda podem ser necessários procedimentos complementares.

Os protocolos técnicos de preservação dos vestígios estão sendo seguidos e o trabalho é conduzido de forma independente, afirmou a corporação. O que provocou a queda segue sem explicação: é o material recolhido agora que vai sustentar essa resposta.

A aeronave, um Bell 430, perdeu o sinal na segunda-feira (21). Os destroços só apareceram no dia seguinte.

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