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Setembro chuvoso quebra marcas do Inmet em oito estados e no Distrito Federal

Em apenas 15 dias, dez estações de São Paulo passaram da marca histórica para o mês, segundo o Inmet; Curitiba chegou a 243 mm, e Iguape, no litoral paulista, lidera a lista com 341,8 mm.

Por Hub News

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Imagem ilustrativa: Cena urbana tranquila com pavimento molhado refletindo a chuva da noite.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Plato Terentev via Pexels

A primeira metade de setembro bastou para que estações meteorológicas de oito estados e do Distrito Federal medissem mais chuva do que em qualquer setembro anterior de suas séries. O levantamento é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), cobre o período de 1º a 15 de setembro e foi publicado pelo GMC Online.

São Paulo reúne o maior número de marcas superadas, com dez estações acima do recorde. Minas Gerais aparece em seguida, com seis, e o Rio de Janeiro vem depois, com cinco, de acordo com o instituto. Mato Grosso e Paraná têm três estações cada; Goiás e Tocantins, duas; Distrito Federal e Espírito Santo, uma.

Os maiores acumulados

O volume mais alto da lista foi medido em Iguape, no litoral sul paulista: 341,8 milímetros, bem acima dos 238,6 mm que valiam como recorde desde 2019. Em segundo lugar está Morretes, no litoral do Paraná, com 315,2 mm, contra 232,2 mm em 2022. Bragança Paulista registrou 295,4 mm, quase três vezes os 105 mm do setembro de 2022.

Entre as capitais, Curitiba somou 243 mm e deixou para trás os 202 mm de 2006. Na cidade de São Paulo, as duas estações do Inmet passaram dos 243,1 mm anotados em 1983: Interlagos, na zona sul, chegou a 265 mm, e o Mirante de Santana, na zona norte, a 253,8 mm.

Onde o salto foi maior

Em algumas cidades, o que chama atenção é a distância para a marca antiga. Na estação de Avelar, em Paty do Alferes (RJ), a chuva chegou a 96,8 mm, quando o maior setembro até então tinha 12,4 mm, em 2024. Divinópolis (MG) foi de 57,2 mm, em 2019, para 106,6 mm. Em Porto Estrela (MT), o novo total é de 90,2 mm, ante 39,8 mm em 2014.

As demais estações

  • São Paulo: Registro (250,8 mm; antes, 159 mm em 2022), Barra do Turvo (250,4 mm), Taubaté (198,2 mm), Campos do Jordão (184,2 mm), Piracicaba (174,2 mm) e Marília (133 mm).
  • Paraná: além de Morretes e Curitiba, Ventania, com 281,4 mm (antes, 262,2 mm em 2014).
  • Minas Gerais: Monte Verde (268,8 mm), Maria da Fé (207,4 mm), Coronel Pacheco (165 mm; antes, 103,4 mm em 2015), Machado (135,6 mm) e Bambuí (96,8 mm).
  • Rio de Janeiro: Niterói (141,2 mm), Carmo (105,2 mm) e Santa Maria Madalena (97,8 mm); o levantamento também cita Paraty.
  • Mato Grosso: Nova Ubiratã (120,6 mm) e Gaúcha do Norte (88,8 mm).
  • Goiás: Iporá (82,2 mm) e Edeia (60,4 mm).
  • Tocantins: Colinas do Tocantins (85 mm) e Rio Sono (32,8 mm).
  • Distrito Federal: Gama – Ponte Alta (79 mm, ante 49,2 mm em 2020).
  • Espírito Santo: Venda Nova do Imigrante (62,2 mm, ante 50,2 mm em 2022).
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