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Bolsa Família paga média de R$ 678 em setembro, com reajuste em outubro

São 19,29 milhões de famílias atendidas neste mês, e o calendário segue escalonado pelo último dígito do NIS até o fim de setembro; os valores do programa têm reajuste previsto para outubro.

Por Hub News

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Imagem ilustrativa: Entrada de um moderno prédio do banco Caixa em Brasília mostrando detalhes arquitetônicos.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Matheus Natan via Pexels

O Bolsa Família chega neste mês a 19,29 milhões de famílias, com benefício médio de R$ 678,18, segundo o aRede. Os depósitos da Caixa Econômica Federal seguem o modelo de sempre: são feitos nos últimos dez dias úteis do mês, um dia para cada dígito final do Número de Inscrição Social. Na sexta-feira (25) foi a vez de quem tem NIS terminado em 7. Em outubro, os valores do programa passam por reajuste.

O que compõe a quantia

A base é um piso de R$ 600 por família, sobre o qual incidem três acréscimos. O maior deles, de R$ 150, vale para cada criança de até 6 anos. Metade disso, R$ 50, é somada por gestante e também por filho na faixa de 7 a 18 anos. Há ainda o Benefício Variável Familiar Nutriz, que garante seis parcelas de R$ 50 às mães de bebês com menos de seis meses de vida, voltado à alimentação do recém-nascido. O próprio aplicativo Caixa Tem, usado para movimentar as poupanças digitais do banco, mostra a data do crédito e como a parcela foi montada.

Antecipação onde há calamidade

Um grupo de moradores não esperou o escalonamento: em 17 de setembro, o benefício caiu de uma vez em 179 municípios distribuídos por sete estados que enfrentam emergência ou calamidade pública. O Rio Grande do Norte concentra a maior parte, com 113 cidades, seguido pela Paraíba, com 31. No Acre, o pagamento unificado alcançou os 22 municípios do estado; Roraima teve seis contemplados, e Amazonas, Sergipe e São Paulo completam a lista com poucas cidades cada.

Quem conseguiu emprego continua recebendo metade

Famílias que melhoraram de renda não saem do programa de imediato. Pela regra de proteção, vigente desde junho de 2023, elas mantêm 50% do valor a que teriam direito, desde que a renda de cada integrante não passe de meio salário mínimo. O tempo nessa condição foi encurtado de dois anos para um em junho do ano passado, mas quem entrou na regra até maio de 2025 preservou o prazo antigo e segue com direito aos dois anos.

Outra mudança já consolidada: desde 2024 quem vive da pesca artesanal não tem mais o Seguro Defeso descontado do Bolsa Família — o abatimento caiu com a lei que recriou o programa.

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  • Benefício mínimo
  • Reajuste do benefício

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