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Educação Pelotas, RS

UFPel pede ajuda ao MEC para recuperar prédios atingidos pelo vento

O terceiro temporal em cerca de 45 dias arrancou telhados e derrubou árvores, muros e postes nos campi de Pelotas e do Capão do Leão, onde fica a moradia estudantil da fazenda da Palma.

Por Hub News Pelotas

2 min de leitura

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Imagem ilustrativa: Telhado de telhas com dano e buraco
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: congerdesign via Pixabay

A Universidade Federal de Pelotas (UFPel) recorreu ao Ministério da Educação atrás de dinheiro extra para consertar o que o vento derrubou. O pedido, feito em caráter emergencial, trata da recuperação de prédios e estruturas danificados no temporal do dia 21, quando as rajadas passaram de 100 km/h.

Não é a primeira vez neste semestre. Foi o terceiro estrago do gênero num intervalo de 45 dias, conforme a própria universidade, que já teve de repetir obras de emergência na cidade e no entorno para manter o patrimônio público de pé. O pedido partiu da reitoria, comandada por Ursula Silva, segundo o Diário da Manhã.

Onde estão os estragos

O campus do Capão do Leão é o que reúne o maior número de ocorrências. Ali, o estrago alcançou o Hospital de Clínicas Veterinárias, pavilhões e estufas, além de postes, redes e vias de acesso. A moradia estudantil da fazenda da Palma, onde vivem alunos da universidade, também foi atingida.

Do lado de Pelotas, o vento passou pela Faculdade de Enfermagem, pelo Centro de Engenharias e pelo Campus Anglo. A relação segue com o Núcleo de Editora e Livraria, o Centro de Esporte, Saúde e Cultura — que funciona no prédio da antiga AABB — e dois institutos: o de Filosofia, Sociologia e Política e o de Ciências Humanas.

O tipo de dano se repete de um endereço a outro: telhados arrancados por inteiro ou em parte, esquadrias e vidros quebrados, água entrando nas salas, forros comprometidos, muros e árvores no chão, caminhos bloqueados. Laboratórios, áreas experimentais e serviços de assistência ficaram prejudicados.

O que vem agora

As vistorias continuam. Equipes técnicas percorrem as edificações atingidas para medir riscos, identificar o que quebrou e calcular o tamanho de cada conserto. À medida que cada levantamento termina, a universidade encaminha ao ministério novos documentos técnicos.

Com o dinheiro pedido, a UFPel quer recompor as estruturas danificadas e devolver as condições para que aulas e trabalho administrativo voltem ao normal.

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