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Economia Caxias do Sul, RS

Reajuste do Bolsa Família alcança 10,6 mil famílias em Caxias do Sul

O acréscimo de 15,04% no piso do programa começa a ser pago em outubro e chega a uma base de 10.647 famílias caxienses, enquanto o município soma 30.637 famílias inscritas no CadÚnico.

Por Hub News Caxias do Sul

2 min de leitura

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Imagem ilustrativa: Notas de cem reais sobre superfície azul, em primeiro plano
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Daniel Dan via Pexels

O valor mínimo pago pelo Bolsa Família sobe de R$ 600 para R$ 691, e o primeiro depósito com a nova quantia está previsto para outubro. Em Caxias do Sul, o reajuste de 15,04% alcança uma base de 10.647 famílias, total registrado no balanço mais recente do programa no município, de maio.

O anúncio partiu do Governo Federal na quinta-feira, 17 de setembro. No conjunto do país, a mudança atinge cerca de 19 milhões de famílias, o que corresponde a quase 50 milhões de pessoas.

Os acréscimos pagos de acordo com quem mora na casa também foram corrigidos. O adicional por criança de até seis anos vai de R$ 150 para R$ 173. Gestantes passam a receber R$ 58, ante R$ 50, e o mesmo valor vale para cada bebê com até seis meses. Como esses complementos dependem da composição de cada família, o total depositado varia de uma para outra.

O critério de entrada não mudou: a renda de cada integrante não pode passar de R$ 218 por mês.

Quem quer entrar no programa precisa estar no Cadastro Único (CadÚnico). Fazer e atualizar esses cadastros é trabalho da prefeitura; analisar os dados, aplicar os critérios e liberar o pagamento cabe ao Governo Federal.

Segundo a Rádio Caxias, o diretor do Cadastro Único na cidade, Rafael Zucco, informou que 30.637 famílias estão inscritas atualmente, 637 a mais do que nos meses anteriores. No período, o município registrou 1.927 cadastros novos ligados ao Bolsa Família, 6.362 famílias com dados atualizados e 2.153 atualizações feitas dentro das casas. Outros 291 benefícios acabaram bloqueados ou cancelados.

Estar no cadastro, porém, não é o mesmo que receber. A secretaria responsável pondera que a inscrição não assegura o pagamento e que um mesmo registro pode representar tanto uma família com vários integrantes quanto uma pessoa que mora sozinha. Por isso, o número de cadastros feitos no ano não se traduz em crescimento equivalente no total de beneficiários.

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