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Projeto de vereadora quer pintura amarela nas esquinas de Maringá

Apresentado em agosto por Akemi Nishimori (PSD), o texto prevê marcação de proibição de estacionamento nos cruzamentos mais críticos, com prioridade para trechos perto de escolas e terminais.

Por Hub News Maringá

2 min de leitura

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Imagem ilustrativa: Ângulo alto de uma linha amarela pintada em asfalto
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Plato Terentev via Pexels

Maringá pode passar a ter regra própria para a faixa que proíbe estacionar junto às esquinas. A vereadora Akemi Nishimori (PSD) protocolou na Câmara Municipal um projeto de lei que fixa diretrizes para implantar e reforçar esse tipo de marcação nos cruzamentos da cidade, conforme noticiou o site Angelo Rigon.

O argumento é de segurança no trânsito: carro parado rente ao cruzamento tapa a visão de quem chega, e a proposta quer devolver campo de visão a motoristas, pedestres e ciclistas.

Pela redação apresentada em agosto, a pintura seria feita primeiro onde o estacionamento — autorizado ou irregular — atrapalha enxergar quem se aproxima, esconde os veículos da via transversal, trava o fluxo ou cria risco. Para ordenar essa fila, o texto lista critérios: acidentes já registrados na esquina, reclamações repetidas de falta de visão, movimento grande de veículos e de gente a pé ou de bicicleta, e vizinhança de escolas, unidades de saúde, terminais e outros pontos que atraem tráfego. Cruzamentos de desenho desfavorável, ou onde já virou rotina haver veículo parado atrapalhando a visão, também entrariam na conta.

A marcação teria de obedecer ao Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, às normas do Contran e ao Código de Trânsito Brasileiro. A cor amarela fica liberada para destacar os trechos em que parar ou estacionar é proibido. Quanto de cada esquina seria pintado sairia de estudo técnico do órgão municipal competente, que levaria em conta a velocidade da via, o volume de tráfego, a geometria do cruzamento e a visibilidade.

O Executivo poderia levantar as interseções do município para achar os pontos mais críticos. A execução seria gradual, conforme os critérios técnicos, o dinheiro disponível e a programação da administração. Se for aprovada, a lei passa a valer na data em que for publicada.

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