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Servidores de Guarapuava fazem oficina para resolver gargalos da prefeitura

Saúde, educação, mobilidade, atendimento ao cidadão e compras entraram na lista de prioridades. A etapa seguinte abre os desafios a empresas e startups.

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Imagem ilustrativa: Quadro branco coberto de anotações coloridas durante uma dinâmica de trabalho em grupo
Imagem ilustrativa · Não retrata o fato · Foto: Jakub Zerdzicki / Pexels

Cerca de 40 servidores de secretarias diferentes da Prefeitura de Guarapuava passaram quarta e quinta-feira, 9 e 10 de setembro, debruçados sobre problemas concretos da administração. Foi a Oficina de Inovação Aberta, promovida pela pasta municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Cinco áreas entraram na lista de prioridades: saúde, educação, mobilidade, atendimento ao cidadão e o setor de compras e licitações.

Os problemas não foram escolhidos na hora. A diretora do Departamento de Cidades Inteligentes, Fernanda Mossolin Bona, explicou ao G+ Notícias que o município já havia montado um banco de problemas, alimentado por todas as secretarias a partir de uma circular. A oficina foi o passo seguinte: pensar as soluções em conjunto, com gente de várias áreas na mesma sala.

A metodologia veio de fora. Breno Alencar Gonçalves, diretor de Inovação Aberta da Emprel e um dos criadores do Eita Recife, trouxe a experiência da capital pernambucana com projetos de cidades inteligentes.

Ao mesmo veículo, ele descreveu a ordem do trabalho: antes de procurar solução, mergulhar no problema até entender causas, efeitos e quem é atingido por ele. Só depois disso o problema vira um desafio formulado.

É esse desafio que sai da sala. A etapa seguinte prevê abrir a formulação a empresas e startups, que propõem caminhos e vão refinando a proposta junto com a secretaria da área. O nome do arranjo é inovação aberta, e a solução se constrói durante o processo, e não antes dele.

Ana Cláudia Klosouski, que comanda a secretaria responsável pela oficina, afirmou ao G+ Notícias que o trabalho é feito em parceria com o Sebrae e com o Eita Recife, e que deve desembocar em contratação pública de inovação, com economia para o município e serviço mais eficiente.

Nesta primeira rodada, porém, o alvo eram os próprios servidores: aprender a metodologia e construir junto as primeiras propostas.

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