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Saúde Guarapuava, PR

Cancer Center de Guarapuava receberá aparelho para reduzir queda de cabelo

Compra terá financiamento privado e manutenção por dois anos; o uso no SUS dependerá de indicação médica, e a expectativa é atender as primeiras pacientes ainda em 2026.

Por Hub News Guarapuava

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Imagem ilustrativa: Um cirurgião concentrado usando máscara e touca se prepara para uma cirurgia em uma sala de cirurgia.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: DΛVΞ GΛRCIΛ via Pexels

Pacientes do SUS atendidas no Cancer Center São Vicente, em Guarapuava, poderão contar com um recurso para reduzir a perda de cabelos em determinados tratamentos de quimioterapia. A unidade receberá um aparelho de crioterapia capilar, com previsão de início do atendimento ainda em 2026. A implantação depende da finalização de trâmites burocráticos e adequações técnicas.

A compra será financiada pela Volkswagen, que também assumirá a manutenção por dois anos. O Lions Club ficará responsável pela intermediação e execução do projeto. A parceria reúne ainda o município e o Governo do Paraná, por meio do Programa Paraná Competitivo, com apoio do Paraná Rosa.

O atendimento não será destinado automaticamente a todas as pacientes em quimioterapia. A equipe médica precisará avaliar o diagnóstico e os medicamentos previstos em cada tratamento para decidir sobre a indicação do equipamento.

A técnica resfria o couro cabeludo enquanto determinados quimioterápicos são administrados. Esse resfriamento pode diminuir a circulação sanguínea local e a exposição dos folículos aos medicamentos, ajudando a reduzir a queda de cabelo em alguns casos.

A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres participará do acolhimento e acompanhamento das pacientes. Segundo a secretária Laura Vasconcelos, a iniciativa pretende oferecer apoio diante dos efeitos emocionais que a perda de cabelo pode provocar durante o tratamento.

A secretária estadual da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Mariana Neri, apontou a experiência de Guarapuava como uma possível referência para outros municípios. Ela também relatou ter utilizado a tecnologia durante seu próprio tratamento oncológico, ressaltando que a indicação depende da avaliação médica e do protocolo de cada paciente.

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