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Venda de Bruninho ao Shakhtar põe Athletico entre as 3 maiores da janela

O clube negociou o ponta com o time ucraniano por 11 milhões de euros, cerca de R$ 66 milhões, no terceiro maior negócio do futebol brasileiro no período, segundo o Transfermarkt.

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Imagem ilustrativa: Ligga Arena, estádio do Club Athletico Paranaense, em Curitiba, com arquibancadas lotadas e o gramado antes de uma partida.
Foto: Luiz Carlos Volpato / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A saída do ponta Bruninho do Athletico Paranaense para o Shakhtar Donetsk foi o terceiro negócio mais valioso fechado por um clube brasileiro na janela de transferências aberta depois da Copa do Mundo de 2026. O time ucraniano pagou 11 milhões de euros, algo em torno de R$ 66 milhões, mesmo valor da ida de Gabriel Mec do Grêmio para o Porto, com quem o rubro-negro divide a terceira posição. Os números são do site Transfermarkt, citados pelo Bem Paraná.

O negócio aparece num período que a Fifa classificou como o mais movimentado já registrado. Em relatório divulgado na quinta-feira (3) e detalhado pelo jornal, a entidade contabilizou US$ 9,89 bilhões, cerca de R$ 50,4 bilhões, em contratações no mundo inteiro. É 1,5% acima do que havia sido gasto no mesmo intervalo de 2025. Foram 11.968 atletas negociados, e outras 607 operações ainda aguardam conclusão.

A maior parte desse dinheiro circula na Europa, onde a principal janela do continente coincide com o meio do ano e estão os clubes de maior orçamento. A transação mais cara ficou entre dois ingleses: o Manchester City desembolsou R$ 871,8 milhões para tirar o volante argentino Enzo Fernández do Chelsea. Inglaterra, Espanha e Portugal aparecem à frente na lista de quem mais buscou reforços fora, seguidas por França e Alemanha.

O Brasil é o único país fora da Europa entre os cinco que mais venderam atletas para o exterior. Foram 525 saídas contra 318 chegadas. Em dinheiro, o saldo também ficou positivo: as vendas renderam R$ 1,08 bilhão, equivalentes a US$ 212 milhões, enquanto as compras custaram R$ 648,5 milhões, ou US$ 127 milhões.

Ainda assim, o volume ficou bem abaixo do de 2025, quando os clubes brasileiros arrecadaram US$ 460 milhões e investiram US$ 241 milhões. O número de jogadores trazidos de fora é o menor desde 2022, primeiro ano da série que a Fifa divulga.

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