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Saúde Curitiba, PR

Pesquisa no HC de Curitiba avalia vacina materna contra estreptococo B

Ensaio clínico da Pfizer no CHC-UFPR investiga proteção de recém-nascidos; participante de 22 anos relatou ao Bem Paraná que a experiência de doença na família motivou sua decisão.

Por Hub News Curitiba

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Imagem ilustrativa: Mãos segurando uma seringa e um frasco de vacina sobre um fundo azul.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Maksim Goncharenok via Pexels
O Hospital de Clínicas da UFPR, em Curitiba, participa de um ensaio clínico da Pfizer para avaliar uma vacina destinada a gestantes contra o estreptococo do grupo B. A pesquisa busca estudar uma forma de proteção aos recém-nascidos. A reportagem do Bem Paraná apresenta a experiência de uma das participantes e o trabalho desenvolvido no hospital. Renata Alves tem 22 anos e está no oitavo mês de gravidez. Ela soube do estudo durante o acompanhamento pré-natal, recebeu informações sobre a pesquisa e passou pelas avaliações previstas no protocolo. Depois, assinou o termo de consentimento para participar. Ao explicar sua decisão ao jornal, Renata relacionou a escolha ao tratamento de leucemia de sua filha, que, segundo ela, está bem. A experiência familiar a levou a valorizar a contribuição de pesquisadores e voluntários para o desenvolvimento de tratamentos. O microrganismo investigado é o Streptococcus agalactiae. Newton Carvalho, professor de Ginecologia da UFPR e integrante da pesquisa, explicou que ele pode estar presente no organismo da mulher sem causar sintomas. O risco estudado envolve a transmissão ao bebê, especialmente durante o parto, e a possibilidade de infecções graves. A proposta da vacina é estimular a produção materna de anticorpos contra a bactéria antes do nascimento. O produto permanece em avaliação: a possibilidade de reduzir infecções depende dos resultados do estudo e de sua eventual adoção na prática clínica. A reportagem também descreve a estratégia atualmente utilizada para identificar a presença da bactéria durante a gestação e reduzir a transmissão no parto. O ensaio no CHC-UFPR investiga uma abordagem preventiva adicional; o material divulgado não apresenta resultados de eficácia da vacina em teste.

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