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Obras sobre oceano e estádio ocupam passagem entre salas do MON

Trabalhos de Fabianna Gabas Kallas e Froiid integram a Bienal de Curitiba no Museu Oscar Niemeyer; instalação sonora utiliza mais de 50 horas de gravações de torcidas.

1 min de leitura
Imagem ilustrativa: O Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, com o anexo em forma de olho e o prédio principal ao lado.
Foto: Morio / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

O percurso entre a Sala da África e a Sala 1 do Museu Oscar Niemeyer reúne duas obras de grandes dimensões da 16ª Bienal Internacional de Curitiba. Uma delas recorre à imagem do oceano; a outra usa sons de torcidas e uma estrutura baseada no Mineirão.

O artista mineiro Froiid é responsável por O pombo que escapa ao morcego. A instalação transforma o estádio em uma estrutura que vibra, acionada por mais de cinquenta horas de registros sonoros de torcidas organizadas.

O outro trabalho é de Fabianna Gabas Kallas, nascida em Catanduva, no interior paulista. Criada em 2026, sua obra Seascape tem como complemento do título a frase “o que nos separa é também o que nos conecta”. A composição usa pintura acrílica sobre tecido e madeira para formar uma paisagem marítima azul e fragmentada.

As obras integram a edição LIMIARES, com curadoria de Adriana Almada e Tereza Arruda. Segundo a apresentação publicada pelo Me Gusta Curitiba, a aproximação dos trabalhos propõe uma discussão sobre espaços que conectam pessoas e também estabelecem separações.

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