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Grito dos Excluídos reúne movimentos na Praça Tiradentes sob chuva

A 32ª edição do ato em Curitiba começou às 14h30 do feriado e cobrou o fim da jornada 6x1, o fim das escolas cívico-militares no Paraná e a suspensão de despejos em ocupações.

atualizado em 10/09, 19:45 1 min de leitura
Imagem ilustrativa: Estátua do Marechal Deodoro da Fonseca na Praça Tiradentes, no centro de Curitiba
Foto: Parzeus / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

A 32ª edição do Grito dos Excluídos e Excluídas saiu às ruas de Curitiba na segunda-feira (7), feriado da Independência, debaixo de chuva e frio. Segundo o Bem Paraná, que acompanhou a manifestação, a concentração foi na Praça Tiradentes e o ato começou por volta das 14h30.

O Grito acontece em todo o país sempre em 7 de setembro e reúne movimentos populares, sindicatos, pastorais, igrejas e entidades ligadas a pautas sociais.

O tema permanente da mobilização é "Vida em Primeiro Lugar!". Para este ano, os organizadores adotaram um lema próprio, que coloca a vida das mulheres, os direitos sociais e a soberania do país no centro do debate: "Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!".

Quatro reivindicações apareceram na frente do ato em Curitiba. Uma é a suspensão das ameaças de despejo contra famílias que vivem em ocupações urbanas. Outra é o fim do modelo cívico-militar nas escolas do Paraná. As duas restantes são a resposta do poder público aos casos de feminicídio e o fim da jornada de trabalho 6x1.

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