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Procon-SP alerta para fraude que adultera código Pix no pagamento de lojas online

Criminosos trocam o QR Code e o código copia e cola exibidos na página de pagamento; órgão recomenda conferir nome e CNPJ do destinatário no app do banco antes de confirmar.

Por Hub News

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Imagem ilustrativa: Pagamento por aproximação com celular diante de um terminal que exibe código QR, em balcão de loja.
Imagem ilustrativa · Não retrata o fato · Foto: iMin Technology / Pexels

Quem faz compras pela internet precisa checar mais do que o valor antes de confirmar um Pix. O Procon-SP identificou uma fraude em que o QR Code mostrado na página de pagamento de lojas virtuais é substituído por outro, e o mesmo pode acontecer com o código do tipo "copia e cola". Assim, o dinheiro vai para a conta de um terceiro, e não para a loja.

A principal defesa, segundo o órgão estadual de defesa do consumidor, é olhar com calma a tela do aplicativo do banco antes de autorizar a transferência. Ali aparecem o nome e o CNPJ de quem vai receber. Esses dados devem ser os da loja onde a compra foi feita ou, quando a venda passa por uma empresa intermediadora de pagamentos, os dessa instituição.

Se o recebedor for desconhecido ou não tiver ligação com a loja nem com o intermediador, a recomendação é interromper a operação e não pagar.

Se o Pix já foi feito

Quem perceber que mandou dinheiro para o destinatário errado deve procurar o banco sem demora, relatar que foi vítima de golpe e pedir a contestação pelo Mecanismo Especial de Devolução, o MED 2.0, que permite tentar reaver o valor.

O Procon-SP orienta ainda avisar a loja sobre o ocorrido e guardar comprovantes, capturas de tela e registros de todas as conversas com a empresa e com a instituição financeira.

O prazo para acionar o mecanismo ficou maior: o Banco Central estendeu de 30 para 80 dias, contados a partir da transação, o período em que consumidores e lojistas podem pedir a devolução.

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