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Economia Rio Grande do Sul

Desemprego gaúcho segue em 4,2% e renda média fica em R$ 4.169

O boletim trimestral da Secretaria de Planejamento aponta 5,9 milhões de pessoas ocupadas, 256 mil à procura de trabalho e informalidade parada em 29,6% no Rio Grande do Sul.

Por Hub News

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Imagem ilustrativa: Colegas usando computadores e fones de ouvido em um ambiente de escritório moderno
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Pavel Danilyuk via Pexels

O mercado de trabalho gaúcho atravessou o segundo trimestre quase sem se mexer — e o que subiu foi o salário. O rendimento médio mensal real ficou em R$ 4.169, o mesmo dos três primeiros meses do ano, mas 5,2% acima do que se ganhava no mesmo período de 2025. Os dados são do Boletim de Trabalho do Rio Grande do Sul, da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão, divulgado na sexta-feira (25) e noticiado pela Rádio Pampa.

Como a renda subiu e o número de ocupados ficou parado, a massa de rendimentos — a soma de tudo o que os trabalhadores do estado ganham — chegou a R$ 24,18 bilhões, alta de 6,2% sobre o intervalo de abril a junho do ano passado.

A taxa de desocupação seguiu em 4,2%, e a informalidade, em 29,6%. São 5,9 milhões de gaúchos ocupados, e outros 256 mil à procura de uma vaga. Desses, 18,6% buscam trabalho há um ano ou mais. Somando quem está sem ocupação a quem queria trabalhar mais horas do que trabalha, o indicador fica em 6,4%.

Onde a carteira assinada cresceu

De julho de 2025 a julho de 2026, o saldo de vagas com carteira assinada foi de 8.907, variação de 0,3%. O estado fechou o período com 2,8 milhões de vínculos.

O crescimento veio dos serviços, com 20 mil vínculos a mais. A agropecuária somou 584. Nos demais setores houve perda: construção (-396), comércio (-3,2 mil) e indústria (-8 mil). Entre os homens, o saldo foi negativo em 3,8 mil postos; entre as mulheres, positivo em 12,7 mil.

O levantamento é do Departamento de Economia e Estatística da secretaria e fica aberto para consulta no portal do governo estadual. Os números saem de duas bases federais: a PNAD Contínua, do IBGE, e o Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego.

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