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Economia Paraná

Varejo paranaense cresce 0,6% em julho e reverte a queda de junho

A alta no volume de vendas superou a média nacional de 0,4% e veio depois de um recuo de 2,5% no mês anterior, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE analisada pela Fecomércio PR.

Por Hub News

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Imagem ilustrativa: Um carrinho de compras em miniatura cheio de produtos ao lado de uma placa de venda, ideal para conceitos de varejo e marketing.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: https://kaboompics.com/ via Pexels

O comércio do Paraná voltou a crescer em julho e começou o segundo semestre recuperando parte do que havia perdido nos meses anteriores. O volume de vendas do varejo ampliado subiu 0,6% na comparação com junho, mês em que o setor no estado havia recuado 2,5%.

O resultado ficou acima do desempenho nacional no mesmo período, de 0,4%. Os números saem da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE, e a leitura sobre o estado é da Fecomércio PR.

Na comparação com julho do ano passado o quadro se inverte: o varejo ampliado paranaense avançou 1,0%, abaixo do 1,8% registrado pelo país. No acumulado do ano, porém, o estado segue à frente — soma 2,7% de janeiro a julho, contra 1,9% no Brasil. Nos últimos 12 meses a diferença se repete, com 1,6% no Paraná ante 1,2% na média nacional.

Segundo o Bem Paraná, Lucas Dezordi, que assessora a Fecomércio PR na área econômica, avaliou que os números mostram uma retomada e que o setor — o varejo ampliado inclui a venda de veículos, motocicletas e peças — deve seguir daqui em diante num ritmo de "crescimento mais moderado".

O que vendeu mais e o que vendeu menos

Entre as atividades pesquisadas no estado, a maior alta de julho sobre o mesmo mês de 2025 foi a de artigos farmacêuticos e de perfumaria, com 9,6%. A venda de veículos, motos e peças cresceu 5,6% no mesmo confronto, e supermercados e hipermercados subiram 2,2%.

Do outro lado, três segmentos puxaram o índice para baixo. A maior queda foi a do material de escritório, informática e comunicação, de 17,5%. As papelarias e o comércio de livros e jornais perderam 15,4% no mês. O recuo em tecidos, vestuário e calçados foi de 9,3%. No acumulado do ano, contudo, o segmento de livros e papelaria é justamente o que mais cresce no Paraná, com 14,2%.

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