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Educação Paraná

Seed informou aulas mantidas em Guarapuava após chuvas de setembro

Informe da Secretaria da Educação de 14 de setembro registrou funcionamento normal no núcleo de Guarapuava, enquanto outras regiões tiveram suspensões e dificuldades de transporte.

Por Hub News

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Imagem ilustrativa: Imagem em preto e branco de alunos escrevendo em sala de aula enquanto o professor observa.
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Kari Alfonso via Pexels

As escolas estaduais vinculadas ao Núcleo Regional de Educação de Guarapuava mantiveram as aulas no informe divulgado pela Seed-PR para segunda-feira, 14 de setembro. O comunicado tratava dos efeitos das chuvas sobre o atendimento escolar no Paraná e indicava funcionamento normal na maior parte da rede.

Em outras localidades, os problemas incluíam danos nos prédios, dificuldades nas estradas e interrupções no transporte de alunos. A situação descrita pela secretaria se referia àquela segunda-feira, com acompanhamento das condições pelos núcleos regionais.

União da Vitória teve seis colégios estaduais convertidos em abrigos pela Defesa Civil e, por isso, sem atividades presenciais. O Colégio Adiles Bordin também suspendeu o atendimento presencial em razão das chuvas. Nas demais unidades do município, a previsão era de aulas normais.

O levantamento registrou ainda suspensão em quatro colégios de Castro e dois de Ipiranga. Em Matelândia, quatro salas do Colégio Euclides da Cunha ficaram destelhadas, e o núcleo de Foz do Iguaçu avaliava a possibilidade de atender os estudantes.

Houve também situações em que as escolas permaneceram abertas apesar das dificuldades de deslocamento. Em Bocaiúva do Sul e Doutor Ulysses, unidades mantiveram aulas mesmo sem transporte escolar. Em Itaperuçu, deslizamentos prejudicaram linhas de ônibus que atendem uma escola do campo.

Segundo a Seed-PR, o diagnóstico dos danos orientaria as medidas de recuperação, sob coordenação da Fundepar. Reparos de menor gravidade poderiam utilizar recursos do Fundo Rotativo, enquanto casos mais severos dependeriam de avaliação técnica.

O programa Mãos Amigas reforçou ações de manutenção, limpeza de calhas e corte de árvores. A secretaria informou que acompanhava o quadro com os 32 núcleos regionais e as autoridades responsáveis.

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