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Atraso no aluguel residencial cai a 5% dos contratos no Paraná, aponta Loft

Taxa medida pela empresa em setembro é a mais baixa desde junho no estado; no país, o índice caiu para 5,87%, e Santa Catarina foi o único estado do Sul a registrar alta.

Por Hub News

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Imagem ilustrativa: Prédio residencial de vários andares com varandas e fachada laranja, sob céu nublado
Imagem Ilustrativa Não representa o acontecimento Foto: Juan Pablo Daniel via Pexels

Cinco em cada cem contratos de aluguel residencial no Paraná estavam com pagamento atrasado em setembro, segundo o Índice de Inadimplência de Aluguéis (IIA), calculado pela Loft e divulgado pelo Bem Paraná. A taxa de 5% é a menor no estado desde junho e confirma mais um mês de queda.

O indicador considera inadimplente o contrato com mais de 15 dias de atraso. Como a imobiliária responsável tem até três meses para comunicar a falta de pagamento, o cálculo usa essa janela. A base é formada por cerca de 500 mil contratos ativos de fiança aluguel administrados pela empresa, de estúdios a casas de alto padrão, em todas as regiões do país.

Outros estados

A tendência paranaense acompanha a do Brasil. A taxa nacional ficou em 5,87% em setembro, abaixo dos 5,98% de agosto e próxima dos 5,8% registrados em maio.

No Sul, o Rio Grande do Sul desceu a 5,7%. Santa Catarina seguiu na direção contrária e passou de 5,6% para 6%, a única alta da região. Entre os estados analisados, Minas Gerais tem o maior índice, 6,7%, mesmo depois de recuar dos 7,4% do mês anterior. O Rio de Janeiro tem o menor, 4,4%, ante 4,7% em agosto. Em São Paulo, a taxa baixou de 6% para 5,8%.

O que explica a queda

Segundo o Bem Paraná, o gerente de dados da Loft, Fábio Takahashi, atribuiu a melhora a um alívio no orçamento das famílias, com a ajuda de programas de renegociação de dívidas como o Desenrola 2.0. Ele também citou, como hipóteses, contas domésticas mais estáveis e a inflação regional em desaceleração, fatores que facilitam aos inquilinos manter o aluguel em dia. Para Takahashi, o menor nível desde junho indica um caminho positivo para o mercado de locação do estado.

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