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Adapar libera plantio de soja em quatro macrorregiões após fim do vazio sanitário

Agricultores do Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste estão autorizados a semear a nova safra, enquanto as demais regiões do Paraná mantêm a restrição até meados de setembro.

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Imagem ilustrativa: Uma imagem aérea de um trator arando terras agrícolas, preparando o solo para o plantio no verão.
Imagem ilustrativa · Não retrata o fato · Foto: Mark Stebnicki / Pexels

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) autorizou o início das operações de semeadura da safra de soja nas propriedades agrícolas localizadas nas faixas Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste do território estadual. A liberação decorre da conclusão do período obrigatório de vazio sanitário nessas microrregiões, que integraram a chamada Região 2 do cronograma oficial de controle fitossanitário.

Nesses quatro blocos regionais, a proibição de cultivo e de manutenção de plantas voluntárias ou rebrotas a campo vigorou entre os dias 2 de junho e 31 de agosto de 2026. Com o término do prazo restritivo, os produtores rurais estão habilitados a realizar o preparo do solo e colocar as sementes na terra.

Nas demais áreas produtivas do Paraná, o calendário permanece escalonado para respeitar as particularidades climáticas locais. No Sudoeste, correspondente à Região 3, o vazio sanitário se estende até o dia 10 de setembro. Já os agricultores estabelecidos no Sul, Leste, Litoral e Campos Gerais, classificados como Região 1, devem aguardar até o dia 19 de setembro para dar a largada no plantio.

Em explicações técnicas reproduzidas pelo portal HojePR, Marcílio Araújo, responsável pela Divisão de Sanidade de Cultivos Agrícolas e Florestais da autarquia paranaense, enfatizou que a ausência temporária do hospedeiro quebra o ciclo de multiplicação de fungos e pragas de solo. O objetivo central é conter a disseminação da ferrugem asiática e barrar a proliferação de nematoides, percevejos e lagartas, o que assegura maior vigor às plantas no arranque inicial e diminui a necessidade de defensivos químicos.

A Adapar reforça que fiscais agropecuários mantêm vistorias rotineiras para fiscalizar a conformidade dos talhões até o vencimento integral dos prazos de cada comarca.

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